O assassinato no sábado (3) do líder de ultradireita sul-africano Eugene Terreblanche, defensor da supremacia dos brancos e da manutenção do regime do apartheid, elevou a temperatura no páis a menos de 70 dias para a Copa do Mundo. Adeptos do movimento de Terreblanche defendem a vingança pela morte. O presidente do país, Jacob Zuma pediu calma a população.
O Movimento de Resistência Afrikaner (AWB), grupo criado por Terreblanche que se opôs com violência à transição pós-apartheid, no começo dos anos 1990, se reunirá em 1º de maio para decidir como responder à morte do líder, que segundo a polícia teria sido assassinado a machadadas por dois empregados de uma fazenda por uma discussão pela falta de pagamento dos salários.