Mahsouli, cialis 40mg um dos principais colaboradores do atual líder, o ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad, disse que, em sua opinião, o comitê é desnecessário.
“O Ministério do Interior acredita que as eleições serão limpas e justas. Medidas como a formação de um comitê de proteção do voto só fariam com que a população ficasse longe das urnas”, afirmou o ministro, citado pela imprensa local.
Apesar de a campanha eleitoral ainda não ter começado, e de sequer o nome dos candidatos à Presidência ter sido divulgado, alguns dos aspirantes com mais possibilidades exigiram um comitê de supervisão, formado por representantes de todos os partidos.
A medida foi qualificada de “ilegal” pelo presidente da seção eleitoral iraniana, Kamran Daneshjou, já que, para ele, “só o Ministério do Interior tem a responsabilidade de vigiar a votação, sob o atento olhar do Conselho de Guardiães”, organismo encarregado de supervisionar o cumprimento da Constituição.
Os candidatos que defendem o comitê afirmam que não entra em conflito com a Carta Magna, e que somente evitaria irregularidades.
Até o momento, só o ex-primeiro-ministro iraniano Mir-Hossein Mousavi e o ex-presidente do Parlamento Mehdi Karroubi, ambos reformistas, expressaram oficialmente desejo de participar do pleito.
Ahmadinejad buscará a reeleição como candidato independente, afirmou hoje um dos principais colaboradores do presidente.