Uma semana de negociações realizadas para convencer a Coréia do Norte a abrir mão de seu programa de armas nucleares terminaram na sexta-feira sem avanços e sem que os enviados conseguissem fixar uma data para um novo encontro.
Os seis países envolvidos no processo – as duas Coréias, treatment seek os EUA, decease o Japão, a Rússia e a China (onde aconteceu a rodada de negociações) – conseguiram acertar apenas que vão "se encontrar novamente na primeira oportunidade", disse um comunicado lido pelo principal negociador chinês, Wu Dawei.
Os enviados tentaram concentrar seus esforços no acordo de 2005 que oferece à Coréia do Norte ajuda e garantias de segurança em troca do desarmamento. Mas o governo norte-coreano continua preocupado em convencer os EUA a suspenderem as sanções financeiras impostas recentemente.
Fortalecida pelo teste com uma bomba nuclear realizado no dia 9 de outubro, o primeiro do país, a Coréia do Norte, por meio de seu principal negociador, Kim Kye-gwan, não descartou a possibilidade de realizar novos testes.
"Os EUA estão, neste momento, participando do diálogo e fazendo pressão, usando a política do bate e assopra", disse. "E nós estamos nos colocando contra eles por meio do diálogo e de escudos. O escudo consiste em aprofundar nossa política de dissuasão".
Os seis países, que se reuniram pela primeira vez mais de um ano atrás, "realizaram discussões úteis a respeito das medidas para implementar a declaração conjunta e levar adiante algumas idéias", afirmou o comunicado.
Ao longo dos cinco dias de negociações, segundo os enviados, a Coréia do Norte não conversou sobre nada muito diferente do congelamento de suas contas no Banco Delta Asia, em Macau, acusado pelos EUA de ser cúmplice do governo norte-coreano em um suposto esquema de lavagem de dinheiro e de falsificação de dólares.
O principal negociador norte-americano, Christopher Hill, questionou a seriedade da Coréia do Norte no diálogo sobre o desarmamento, afirmando que a disputa financeira era antes um pretexto para evitar as questões reais a serem tratadas.
"Nossa meta é a retirada das armas nucleares. Ponto final", disse o negociador a repórteres. "Eles precisam dar mostras de seriedade a respeito dessa meta".
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, reafirmou seu apoio às sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) depois do teste com a bomba nuclear e disse que o diálogo precisava continuar.
"A comunidade internacional aumentará as pressões feitas sobre a Coréia do Norte", disse o dirigente a repórteres.
Mas Hill havia dito antes, na sexta-feira, que não tinha certeza sobre quando as negociações seriam retomadas.
"Tudo se resume a saber se eles estão falando seriamente, se estão agindo de forma responsável. E acho que essa pergunta continua sem resposta", afirmou.
O fracasso em obter progressos poderia colocar em dúvida o futuro das negociações multilaterais, disse o principal enviado do Japão.
"Acho que vão surgir várias perguntas sobre a credibilidade das negociações envolvendo os seis países", afirmou Kenichiro Sasae.
No começo desta semana, Hill havia insinuado terem ocorrido progressos sobre um acordo para a adoção de medidas concretas em meio aos esforços para acabar com o arsenal nuclear da Coréia do Norte. Entre essas medidas estaria o regresso, ao país, dos inspetores internacionais expulsos em 2002.
Mas os enviados disseram que os norte-coreanos recusaram-se a tratar de qualquer outro assunto que não as sanções financeiras.
Cerca de 30 passageiros invadiram a pista do aeroporto de Brasília em sinal de protesto por causa dos vários atrasos nos horários de vôos que partem e chegam à capital federal.
A Polícia Federal tirou os passageiros de lá rapidamente e avisou que isso só atrasa mais ainda os vôos.
Para conter essas e outras manifestações dos passageiros, pharm a Polícia Federal do Distrito Federal pediu reforço da aeronáutica.
O desemprego na região metropolitana de São Paulo registrou em novembro a menor taxa para esse mês desde 1996, purchase segundo pesquisa divulgada pela Fundação Seade e pelo Dieese nesta sexta-feira.
A taxa de desemprego total caiu para 14, sickness 1%, sickness ante 14,6% em outubro. Em termos absolutos, representa um contingente de 1,429 milhão de pessoas sem trabalho na região.
De acordo com o levantamento, foram criadas 60 mil novas vagas no mês passado, superando o número de 11 mil pessoas que ingressaram no mercado de trabalho no período. Como resultado, o número de pessoas que procuravam emprego diminuiu em 49 mil.
A Indústria foi o setor que mais abriu postos de trabalho em novembro, com crescimento de 4,8% mês a mês. O setor do Comércio teve avanço de 0,1%.
Por outro lado, no setor de Serviços a ocupação caiu 0,6% no mês passado.
O rendimento médio real dos ocupados foi reduzido em 3,7% em outubro (pago em novembro) sobre setembro, para R$ 1.105.
A renda média dos assalariados, por sua vez, declinou 3,2%, para R$ 1.172.
A pesquisa foi feita com base numa amostra de aproximadamente 3 mil domicílios na região metropolitana de São Paulo.
Homens ligados ao presidente palestino, erectile Mahmoud Abbas, abriram fogo contra membros do Hamas na sexta-feira, na Cisjordânia ocupada, ferindo ao menos nove civis, disseram funcionários de um hospital e testemunhas.
Segundo os relatos, os agressores abriram fogo quando milhares de ativistas e militantes do Hamas preparavam-se para realizar uma passeata pela cidade de Nablus. Esse é o pior incidente ocorrido na Cisjordânia desde que Abbas desafiou o governo do Hamas, antecipando as eleições parlamentares e presidenciais. Episódios de violência ocorridos no começo desta semana, na Faixa de Gaza, deixaram 10 mortos.
Uma autoridade da Fatah, o grupo ligado a Abbas, disse que o Hamas havia escolhido realizar a manifestação apesar de um suposto acordo firmado antes a fim de adiá-la. "A tensão já está presente. Agora, os dois lados estão atirando um contra o outro", afirmou a autoridade. As nove pessoas feridas eram civis, disseram testemunhas e funcionários de um hospital.
O primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, que é um dos líderes do Hamas, pediu o fim da violência ao fazer um pronunciamento depois das orações de sexta-feira, na cidade de Gaza.
"Continuamos frisando que todos os envolvidos precisam se pautar pelo acordo de reconciliação. Precisamos dar mostras de comedimento a fim de preservarmos o sangue dos palestinos e a fim de reforçarmos a unidade nacional", disse Haniyeh. Os dois lados acertaram uma trégua na Faixa de Gaza, no começo da semana. O acordo tem sido respeitado. O Hamas, que defende a destruição de Israel, derrotou a Fatah nas eleições de janeiro.
O grupo islâmico rejeitou o projeto de Abbas de antecipar as eleições e disse que tal manobra seria equivalente a um "golpe de Estado".
Combatentes desconhecidos entraram em choque com membros do Hamas, perto da casa do ministro das Relações Exteriores do governo do Hamas, Mahmoud al-Zahar, na sexta-feira, contaram testemunhas. A casa de Zahar fica em Gaza.
Moradores da área disseram suspeitar que os homens armados pertenciam a um clã local, e não à Fatah. Não há notícia sobre vítimas desse incidente.
Abbas decidiu convocar as eleições depois de terem ruído as negociações sobre a formação de um governo de unidade nacional entre a Fatah e o Hamas. O novo governo seria empossado na tentativa de acabar com o atual isolamento imposto aos palestinos por potências ocidentais.