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María Corina denuncia nova morte de líder opositor na prisão na Venezuela

“O regime o assassinou”, denunciou María Corina no X, referindo-se a Reinaldo Araujo, militante do seu partido, Vente Venezuela, no estado de Trujillo

Redação Jornal de Brasília

24/02/2025 21h17

Venezuelan opposition leader Maria Corina Machado speaks during a press conference at her party headquarters in Caracas, on March 26, 2024. – Venezuela’s main opposition leader said Tuesday that President Nicolas Maduro had “chosen” his poll rivals after key contenders were blocked from running in the July presidential election. “What we warned about for many months ended up happening: the regime chose its candidates,” said Maria Corina Machado, who was banned from holding public office by courts loyal to Maduro and whose proxy candidate was unable to register by the deadline at midnight on Monday. (Photo by Ronald PEÑA / AFP)

A líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado denunciou nesta segunda-feira (24) a morte na prisão de um colega detido durante a crise pós-eleitoral gerada pela reeleição do presidente Nicolás Maduro.

Já são quatro os presos mortos desde novembro. “O regime o assassinou”, denunciou María Corina no X, referindo-se a Reinaldo Araujo, militante do seu partido, Vente Venezuela, no estado de Trujillo. “Ele tinha problemas sérios de saúde, mas lhe foi negado atendimento médico. Até o dia de hoje, quando já era tarde demais.”

A eleição de Maduro para o terceiro mandato consecutivo (2025-2031) gerou protestos que deixaram 28 mortos e cerca de 2.400 presos, dos quais cerca de 1.900 foram soltos. Ativistas denunciam que a prisão de opositores não parou.

Desde 2014, pelo menos uma dezena de “presos políticos” morreram sob a custódia do Estado, segundo ativistas dos direitos humanos. Familiares protestaram em diversas ocasiões para denunciar os maus-tratos sofridos pelos detidos.

A ONG Foro Penal, que documenta o número de presos políticos na Venezuela, informou que eles eram 1.061 neste mês.

© Agence France-Presse

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