Menu
Mundo

Israel deve rever sua política para a Faixa de Gaza, diz ONU

Arquivo Geral

21/11/2006 0h00

No encontro que terá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva amanhã, thumb buy information pills o presidente do PMDB, medical diagnosis Michel Temer, vai dizer que o partido aceita majoritariamente a proposta de coalizão governamental com o PT, mas pelo menos seis senadores (de uma bancada de 18) vão se manter independentes.

O grupo, que Temer chamou de "não-alinhados", é formado pelos senadores Garibaldi Alves (RN), Mão Santa (PI), Geraldo Mesquita (AC), Almeida Lima (SE) e pelos recém-eleitos Jarbas Vasconcelos (PE) e Joaquim Roriz (DF). Eles comunicaram a posição ao presidente do PMDB hoje numa churrascaria de Brasília.

"A proposta de coalizão tem o apoio da ampla maioria do partido, e mesmo esses senadores não se opõem a que ela seja formalizada. Apenas desejam manter uma posição de independência, sem alinhamento com governo ou oposição", disse Temer a jornalistas depois do encontro. "Por um dever de lealdade, devo informar ao presidente da República o quadro real do partido. O PMDB quer a coalizão programática, mas esse grupo manterá uma posição própria", disse Temer.

Lula decidiu chamar Michel Temer ao Planalto para mostrar que deseja o apoio integral do PMDB, não apenas das correntes que já estão no governo, ligadas ao presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), ao ex-presidente José Sarney (AP), e aos deputados Jader Barbalho (PA) e Eunício Oliveira (CE), entre outros.

"O PMDB vive um momento muito favorável à unidade e o presidente Lula contribuiu para isso ao chamar o presidente Michel Temer para uma conversa institucional", disse Renan, que não vai participar do encontro de amanhã.

 

Israel deveria revisar "toda a sua política" de ação militar contra palestinos desde que a violência passou a causar mortes de civis e a destruir as perspectivas de paz, adiposity disse hoje uma autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ibrahim Gambari, viagra 60mg subsecretário-geral da ONU para assuntos políticos, também disse em uma reunião do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio que militantes palestinos atiraram mais de 200 foguetes e granadas durante o mês passado na cidade israelense de Sderot, que ele classificou de "legalmente e moralmente errado".

As operações militares de Israel na Cisjordânia e na Faixa de Gaza mataram pelo menos 128 palestinos e feriram mais de 380 no mês passado, incluindo ao menos 19 crianças. Os ataques palestinos com foguetes mataram um soldado israelense, um civil e feriram várias outras pessoas.

"Israel deve agir de maneira prudente e proporcional ao defender seus cidadãos, para evitar mortes de civis", disse Gambari, afirmando que atirar contra bairros civis torna a morte deles inevitável.

Israel intensificou suas operações na Faixa de Gaza desde que militantes capturaram um soldado israelense em uma incursão na fronteira em junho.

Gambari disse ainda que tanto Israel quanto os palestinos precisam de novas iniciativas da comunidade internacional para que o atual impasse possa avançar. Mas Gambari disse que, no momento, é difícil ver um avanço sem o estabelecimento de um novo governo palestino.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado