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Iraquianos concordam em adiar formação de novas regiões

Por Arquivo Geral 24/09/2006 12h00

O ministro do Exterior da Venezuela foi detido ontem no aeroporto de Nova York, buy information pills cheapest provocando um pedido de desculpas do governo dos Estados Unidos e colocando ainda mais pressão nas relações entre os dois países, click que já estavam tensas.

Em Nova York, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano Gonzalo Gallegos disse que os EUA lamentam o incidente envolvendo o ministro do Exterior, Nicolas Maduro, no aeroporto John F. Kennedy.

"O governo dos EUA pediu desculpas ao ministro do Exterior Maduro e ao governo venezuelano", disse Gallegos.

A televisão da Venezuela disse que Maduro foi detido por uma hora e meia e teve os documentos de viagem retidos.

"Denunciamos o governo dos EUA por violar a lei internacional", disse Maduro à televisão venezuelana a partir de Nova York. Ele pediu para o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, condenar sua detenção.

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O ministério do Exterior da Venezuela disse que Maduro não voltaria ao país na noite de ontem.

O Departamento de Estado disse que a segurança do aeroporto interrogou o ministro e que o serviço de segurança diplomática dos EUA foi enviado ao local para resolver o assunto. O ministro foi informado que poderia embarcar, mas decidiu voltar a Nova York, disse o Departamento de Estado.

"É uma provocação do senhor diabo", disse o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, ao canal estatal da televisão venezuelana, com a mesma expressão que usou para classificar George W. Bush durante a Assembléia Geral da ONU, na semana passada.

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Maduro também participou do encontro da ONU.

Chavez acusa Washington de conspirar para derrubá-lo e matá-lo. Os EUA negam.
No mês passado, Washington e Caracas entraram em disputa devido a uma carga diplomática que a Venezuela embargou, apesar de os EUA afirmarem que deveria ter imunidade.

 

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Partidos políticos do Iraque concordaram hoje em adiar a formação de qualquer nova região federal autônoma por pelo menos 18 meses, information pills colocando de lado um assunto que vinha contribuindo para piorar a violência sectária no país, price disseram autoridades do parlamento.

"Um acordo foi fechado por todos os partidos políticos", disse um assistente do parlamentar xiita Khaled al-Attiya.

"Eles concordaram em fazer a primeira leitura do projeto de lei das regiões federais na terça-feira, mas não conseguirão implementá-lo antes de 18 meses após sua aprovação pelo parlamento", acrescentou.

Ele também disse que um comitê seria formado amanhã para começar a revisar possíveis emendas à Constituição – demanda considerada chave pela minoria sunita.

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Políticos xiitas e sunitas confirmaram o acordo mas alguns dizem ainda ter restrições à estrutura proposta que serão apresentadas ao parlamento na terça-feira.

"Não acreditamos que esse prazo de 18 meses ajudará a resolver o problema, precisamos chegar a um acordo em relação ao conteúdo do projeto de lei", afirmou Hasan al-Shimmari, porta-voz do pequeno partido xiita, Fadhila.

A decisão veio após semanas de impasse, provocado por sunitas e alguns políticos que rejeitaram as propostas dos xiitas e dos curdos para a lei, diante da proximidade de uma data-limite constitucional.

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Um dos maiores partidos xiitas quer criar uma grande região autônoma no sul, área rica em petróleo. Já os sunitas temem ser deixados em uma região sem o produto, que é fundamental para os iraquianos.

 






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