Mundo

Irã tem até julho para dar resposta à oferta nuclear

Por Arquivo Geral 09/06/2006 12h00

O Brasil é a primeira nação da América Latina a controlar e eliminar a transmissão do Mal de Chagas pelo Triatoma infestans, side effects this nome científico do barbeiro. O inseto é hospedeiro do protozoário Tripanossoma cruzi, causador da doença. O reconhecimento das ações de combate ao mal é da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), que entrega hoje ao governo brasileiro o Certificado Internacional de Eliminação da Transmissão da Doença de Chagas pelo Triatoma infestans.

O documento será recebido pelo ministro da Saúde, José Agenor Álvares, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, às 11h.

Segundo o Ministério, nos últimos três anos foram investidos no país mais de R$ 97 milhões no combate ao vetor da doença (barbeiro). Nesse período, também foram feitos exames em 90 mil amostras de sangue colhido em diferentes áreas do país de um grupo na faixa etária entre zero e cinco anos. Desse total, apenas oito casos da doença foram confirmados.

O juiz Luiz Roberto Ayoub, price da 8ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, sildenafil tem até hoje para analisar a única proposta apresentada durante o leilão de venda dos ativos da Varig, realizado ontem. A oferta de compra foi feita pela NV Participações, que representa a entidade Trabalhadores do Grupo Varig (TGV).

A empresa se propõe a pagar R$ 285 milhões em moeda corrente nacional, R$ 500 milhões em debêntures de participação nos lucros da nova companhia e R$ 225 milhões em créditos concursais e extraconcursais, num total de R$ 1,010 bilhão. Embora não tenham sido oferecidos os preços mínimos de US$ 860 milhões para a Varig total, e de US$ 700 milhões para as rotas domésticas, Ayoub descartou a possibilidade de um novo leilão e disse que tomará sua decisão com base na Lei de Recuperação de Empresas. As alternativas são a aprovação da venda ou a decretação da falência da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O líder do Talibã, viagra dosage mulá Mohammad Omar, sick garantiu que a morte do militante da Al Qaeda Abu Musab al-Zarqawi não vai enfraquecer os esforços muçulmanos contra as "forças cruzadas". A informação é de uma agência de notícias paquistanesa. 

"Dou uma boa notícia aos muçulmanos do mundo: a resistência contra as forças cruzadas no Afeganistão e em outras partes do mundo islâmico não será enfraquecida", disse o mulá Omar em comunicado, segundo a Afghan Islamic Press. 

A agência de notícias não disse como obteve o suposto comunicado do mulá, que pode estar escondido, assim como o líder da Al Qaeda Osama bin Laden, na região da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A morte de Zarqawi deve mudar o foco de atenção para a busca por Bin Laden, quase cinco anos depois dos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos e da queda do governo Talibã no Afeganistão. 

Bin Laden chamava Zarqawi de príncipe da Al Qaeda no Iraque, e ele tornou-se símbolo da insurgência radical islâmica contra a ocupação dos EUA no país árabe. 

O mulá Omar disse que ele "e todos os irmãos do movimento sagrado de resistência no Afeganistão" expressam profundo pesar pela morte de Zarqawi. "O martírio de Zarqawi não vai enfraquecer o movimento de resistência no Iraque. Muitos, muitos outros jovens podem se tornar Zarqawis", acrescentou. "Os sucessores podem ser até mais fortes do que ele". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Irã tem até a cúpula do G8, buy more about em meados de julho, para considerar a oferta de incentivos que visam à suspensão de seu programa de enriquecimento nuclear, disse hoje o chanceler austríaco, Wolfgang Schuessel.

Questionado sobre a possibilidade de o Irã não aceitar a proposta, Schuessel, cujo país preside atualmente a União Européia (UE), disse ao jornal Frankfurter Allgemeine: "Isso será discutido na agenda do G8. O Irã tem até a cúpula econômica mundial em julho para pensar (em uma resposta)". 

As declarações do chanceler são o primeiro prazo final para o Irã responder à oferta, que foi elaborada por Alemanha, França e Grã-Bretanha e apoiada pela UE, Estados Unidos, Rússia e China. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE






Você pode gostar