O presidente venezuelano, shop visit web Hugo Chávez, lidera as intenções de voto para as eleições de 3 de dezembro no país com 52%, segundo pesquisa divulgada ontem pela empresa local Datanálisis.
A pesquisa mostrou que seu principal rival, o governador do estado de Zulia, Manuel Rosales, tem cerca de 25,5% das intenções de voto.
A pesquisa ouviu 1,6 mil pessoas entre 23 de outubro e 6 de novembro, e a margem de erro é de 2,45 pontos percentuais.
Apesar da ampla vantagem de Chávez, a Datanálisis ressaltou que Rosales diminuiu um pouco a diferença. Uma sondagem anterior, de setembro, mostrou que o atual presidente tinha 58% das intenções, contra 17% de Rosales.
A maioria dos analistas espera uma vitória fácil para Chávez.
Rosales, que sofre com falta de carisma, foi vinculado ao fracassado golpe de Estado de 2002, que tentou retirar Chávez do poder.
A empresa norte-americana Penn, Schoen and Berland Associates, que errou na previsão que fez de uma votação crucial na Venezuela em 2004, divulgou ontem uma pesquisa em que sugere uma disputa mais acirrada.
A pesquisa desta empresa apontou Chávez com 48% das intenções de voto, contra 42% de Rosales. A sondagem ouviu mil pessoas entre 6 e 10 de novembro e tem margem de erro que varia de 3 a 3,5 pontos percentuais.
O presidente iraniano, information pills Mahmoud Ahmadinejad, pills afirmou hoje que seu país dará em breve o "passo final" de seu programa nuclear, informou a agência de notícias oficial do país.
Ahmadinejad não explicou o que este "passo final" envolveria, mas o Irã já declarou que seguirá com seus planos atômicos, apesar de exigências da Organização das Nações Unidas (ONU) para que suspenda suas atividades de enriquecimento de urânio. Potências do Ocidente temem que estas atividades sejam parte de planos para fabricar bombas atômicas, mas o país nega e afirma que somente quer gerar eletricidade.
O Irã é o quarto maior exportador de petróleo do mundo.
"A nação iraniana está prestes a dar seu passo final na questão nuclear", disse a agência Irna, citando Ahmadinejad.
O presidente declarou anteriormente que o Irã celebraria suas conquistas nucleares até o final do ano iraniano, que acontece em março de 2007.