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Mundo

Guincho reboca carro funerário que transportava cadáver

Arquivo Geral

12/03/2010 21h22

O motorista e diretor da funerária responsável pelo incidente, Paul DeNigris, explicou que parou em uma zona de estacionamento proibido em frente ao seu estabelecimento porque precisava recolher alguns documentos. Suando saiu, minutos depois, viu que seu carro tinha desaparecido e quase teve um infarto.

 

DeNigris se dispôs a levar o caixão em seu carro até o aeroporto de Newark, no estado de Nova Jersey, de onde seguiria rumo a Miami para ser incinerado.

 

A Polícia de Nova York assegurou, no entanto, que o veículo não ficou parado na área proibida por apenas alguns minutos, como assegura o diretor da funerária, mas por mais de três horas.

 

O guincho municipal levou o veículo para um depósito. O carro ficou lá por mais de 90 minutos sem que ninguém reparasse que havia um caixão em seu interior.

 

Em respeito ao morto, o reboque municipal decidiu não cobrar a taxa habitual de US$ 185 necessária para recuperar veículos.

 

O chefe adjunto da Polícia nova-iorquina, Paul Browne, declarou que, quando os agentes encontraram o veículo e chamaram o guincho, “não havia nada que indicasse que era algo mais do que um simples carro estacionado ilegalmente”.

 

DeNigris, por sua vez, admitiu que o veículo funerário estava identificado por um letreiro que caiu. Ele afirma que, após a experiência, porá novas identificações na parte traseira e nas laterais.

 

Agora o motorista desorientado enfrentará as autoridades nova-iorquinas para não pagar a multa de US$ 115 por estacionar em local proibido com o argumento de que veículos funerários não deveriam estar sujeitos às mesmas normas para carros de passeio normais.

 

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