O crescimento da produção real nos Estados Unidos no curto prazo está prestes a desacelerar e a inflação deve cair junto, recipe about it mostrou nesta segunda-feira uma pesquisa trimestral divulgada pelo Federal Reserve da Filadélfia.
Os 51 pesquisados previram que a expansão no trimestre do Produto Interno Bruto (PIB) deverá registrar uma taxa anual de 2, information pills 5 por cento, menor que a projeção anterior para o quarto trimestre, de 2,9 por cento.
Os consultados também estimaram que a inflação medida pelo índice de preços ao consumidor terá média anual de 2,4 por cento no quarto trimestre, caindo em relação à previsão anterior, de 3,3 por cento.
Entre os que responderam à pesquisa do Fed da Filadélfia, estão economistas das principais instituições financeiras, empresas de pesquisa, universidades e grupos empresariais.
No primeiro compromisso como presidente da República em exercício, information pills o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) defendeu o fim da guerra fiscal, adiposity para o qual quer contar com o apoio da oposição no Congresso.
"Creio que vamos acabar com a guerra fiscal, que é importante para São Paulo e para o Brasil e para a redução da carga tributária", disse o presidente da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira em palestra na Fundação Mario Covas, entidade criada em 2001 em homenagem ao ex-governador paulista, do PSDB.
Falando a uma platéia repleta de deputados tucanos, Aldo argumentou que a guerra fiscal é um entrave à competitividade internacional do país.
"O PSDB teve papel importante e construtivo para a solução da guerra fiscal no Brasil", disse Aldo, mencionando que os tucanos em São Paulo levaram o Estado a abrir mão de parcela do ICMS ao concordar com a mudança no critério de cobrança do tributo. Estados do Nordeste querem a cobrança do ICMS no destino, o que reduz a parcela paulista neste total.
O tema faz parte da reforma tributária, que ainda precisa de aprovação pelo Congresso. O deputado, no entanto, fez uma ressalva sobre o possível apoio do PSDB. "Nós não podemos cobrar da oposição que ela seja uma não-oposição."
Aldo assumiu a Presidência no domingo com a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Venezuela e a ausência do vice-presidente José Alencar, que se encontra nos Estados Unidos para tratamento de saúde. É a primeira vez que um comunista assume a Presidência no Brasil.
O presidente em exercício defendeu também um novo pacto federativo. "A César o que é de César e a Deus o que é de Deus", indicando a necessidade de uma nova partilha de impostos da União com os Estados e municípios.
Depois da palestra, Aldo seguiu para um almoço com o presidente do Jockey Club, Márcio Toledo, seu amigo desde a época em que militavam no movimento estudantil.
Ele esclareceu que os dois eventos estavam agendados antes de saber que assumiria a Presidência. De tarde, em Brasília, o presidente em exercício faz a entrega da Ordem do Mérito Desportista para Marílson Gomes dos Santos, vencedor da maratona de Nova York.
Países do Pacífico e da Ásia estão prestes a concluir uma série de medidas de combate ao terrorismo na região, medicine que apresenta algumas das maiores taxas de crescimento econômico do mundo, page afirmou na segunda-feira o vice-ministro das Relações Exteriores do Vietnã.
Chegar a um consenso entre os 21 países que participam do fórum Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec, medications na sigla em inglês) não foi uma tarefa fácil, disse o vice-chanceler vietnamita, Le Cong Phung.
O vice-ministro presidiu uma conferência de autoridades encarregadas de preparar os encontros a serem realizados pela Apec nesta semana, em Hanói.
Essas autoridades aprovaram o relatório sobre a Força-Tarefa Especial para o Combate ao Terrorismo, afirmou Phung, em um comunicado divulgado ao final da conferência de dois dias.
Park Sang-ki, da Coréia do Sul, será o novo presidente da força-tarefa especial pelos próximos dois anos.
"Esse é um resultado muito importante e dá destaque ao papel de anfitrião do Vietnã porque esta é uma área sensível. Muitas questões deste ano só puderam ser resolvidas no último minuto", disse Phung.
Na revisão sobre as medidas de segurança e de combate ao terrorismo adotadas depois dos ataques de 11 de setembro de 2001 contra os EUA afirmou que o terrorismo continuava a ser uma ameaça.
"O terrorismo é visto agora como um desafio direto à visão da Apec sobre um comércio livre, aberto e próspero e uma afronta aos valores fundamentais que as economias da Apec compartilham", disse um relatório que circulou entre as autoridades.
"Trata-se de uma ameaça à estabilidade, à paz e à segurança da região."
Entre as propostas que os líderes a Apec terão de aprovar estão:
– mitigar a ameaça do bioterrorismo e colaborar no combate à ameaça terrorista de contaminar deliberadamente estoques de alimentos
– proteger as operações de fronteira melhorando as comunicações no caso de um ataque
– melhorar o sistema de segurança aérea
– realizar seminários sobre formas de custear as ações de combate ao terrorismo
– elaborar planos para garantir a continuidade dos negócios após um ataque
A União Européia (UE) lançou, cialis 40mg na segunda-feira, mind um novo fundo de pesquisa para a área de defesa, visit apesar da recusa da Grã-Bretanha em participar do projeto.O governo britânico argumentou que já gasta muito no setor.
Em mais um sinal de cautela da Grã-Bretanha em relação a medidas para criar uma política européia de defesa, o país também bloqueou um acordo sobre o futuro orçamento da agência criada dois anos atrás para coordenar as manobras de defesa dos membros da UE, afirmando que deseja esclarecer o plano de gastos.
No total, 18 países da UE mais a Noruega contribuíram com 54 milhões de euros (69 milhões de dólares) para o fundo de pesquisa em uma rara medida com vistas a reunificar os orçamentos nacionais de defesa do bloco e diminuir a diferença tecnológica que separa a região dos Estados Unidos.
"A pesquisa na área de defesa era encarada na Europa como um jogo do qual participavam apenas seis pessoas", afirmou Nick Witney, chefe da Agência Européia de Defesa (EDA, na sigla em inglês), comentando a noção de que apenas a França, a Grã-Bretanha e alguns outros poucos países poderiam arcar com gastos significativos na área.
"Isso era um beco sem saída. Se a Europa pretende manter suas bases tecnológica e industrial na área de defesa, temos de nos aproveitar da capacidade plena da União ampliada", disse, em uma entrevista coletiva concedida depois de ministros de países-membro da UE terem lançado o projeto.
O fundo de pesquisa deve ser dirigido pela EDA e terá como foco inicial as tecnologias desenvolvidas para proteger os soldados no campo de batalha, o que incluiria desde aparelhos para detectar a presença de franco-atiradores em áreas urbanas até uma nova geração de coletes a prova de balas.
A França, a Alemanha e a Polônia são os maiores contribuintes da UE para o fundo, que pretende obter resultados concretos dentro de três anos.
A Grã-Bretanha tampouco participou de uma outra iniciativa lançada na segunda-feira pela França, a Finlândia, a Suécia, a Espanha e a Itália para desenvolver, em conjunto, aplicativos militares para a tecnologia de comunicação sem fio.
Resistência
A decisão da Grã-Bretanha de manter-se afastada dos esforços conjuntos de pesquisa deixou alguns países europeus indignados. Esses países acusaram o governo britânico de minar os esforços para desenvolver uma política militar comum na UE.
"A Grã-Bretanha é o país mais resistente (a essas políticas) e estamos surpresos com esse fato já que o país assumiu compromissos no passado", afirmou um diplomata do bloco.
O enviado, que não quis ter sua identidade divulgada, referia-se ao acordo histórico assinado em 1998 pela Grã-Bretanha e pela França e que lançou os esforços iniciais para que a Europa desenvolvesse uma política comum de defesa.
"A Grã-Bretanha não está participando do projeto porque há um alto grau de duplicação no trabalho já realizado como parte de nosso programa nacional", afirmou um porta-voz do Ministério de Defesa britânico.
Alguns críticos, em especial os conservadores britânicos, dizem que o fundo de pesquisa da UE poderia ferir os laços militares com os EUA e serviria como instrumento para que países como a França minassem a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Ministros de países-membros do bloco estavam prestes a aprovar, também na segunda-feira, a elevação do orçamento da EDA de 22 milhões de euros em 2007 para 29 milhões, em 2009. Mas a Grã-Bretanha vetou esse aumento porque desejava saber maiores detalhes sobre como a EDA planejava gastar o dinheiro.
Um porta-voz do Ministério de Defesa da Grã-Bretanha disse que o país tentaria chegar a um acordo a respeito da questão, mas ressaltou que o governo britânico continua a ver na EDA mais um órgão de coordenação entre os membros da UE do que uma entidade investidora com estatuto próprio.
"Não achamos que ela deva receber mais dinheiro. Para nós, a entidade é antes uma agência de encontros que podemos usar se quisermos", afirmou o porta-voz.
As iniciativas serão apresentadas durante o encontro de chanceleres dos países-membros da Apec, na quinta-feira, e na cúpula dos líderes desses países, no domingo.
Esses planos apontam para uma mudança em relação às metas iniciais da entidade, que falavam apenas em promover o comércio e os investimentos nos países banhados pelo Pacífico.
Autoridades da área de segurança temem que um atentado terrorista possa abalar seriamente as economias da Apec, que respondem por cerca de metade do comércio mundial, 40 por cento da população do globo e 56 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta.