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Exército suspende ofensiva contra rebeldes no Líbano

Arquivo Geral

24/05/2007 0h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se emocionou ao assinar no início da tarde de hoje uma medida provisória (MP) que autoriza o pagamento de uma pensão vitalícia de R$ 750 para as pessoas atingidas pela hanseníase que viveram em hospitais-colônia, order visit isoladas do convívio social.

Cerca de 3 mil pessoas devem ser beneficiadas pela medida. Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula ressaltou a importância de o Congresso Nacional aprovar a MP para que a concessão do benefício se torne lei.

“Estamos combatendo uma arbitrariedade que foi cometida, e recuperando a dignidade dos doentes”, disse, acrescentando que a ação poderá melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.

Depoimentos improvisados de pessoas que viveram em hospitais-colônia emocionaram o presidente no evento. José Arimatéia Costa, que perdeu as mãos, a visão e um dos pés por causa da doença, contou sua história e agradeceu pela assinatura da MP.

“Agradeço a Deus por ter aparecido uma alma caridosa para olhar para os portadores de hanseníase”.

Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que a meta é erradicar a doença até 2010. Até 2005, acrescentou, o país conseguiu reduzir em 25% o número registros de novos casos.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) expressaram nesta quinta-feira seu interesse em contar com os “bons ofícios” do novo presidente da França, viagra order Nicolas Sarkozy, para conseguir a troca de seqüestrados por rebeldes presos, mas manteve a exigência de que se desmilitarizem dois municípios do sudoeste da Colômbia.

 O rebelde ressaltou a importância do Governo do líder francês, que tomou posse na semana passada, no futuro de um acordo humanitário que permita a troca de 56 políticos, soldados e policiais sequestrados por cerca de 500 insurgentes das Farc presos.

Entre os reféns se encontra a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, seqüestrada em fevereiro de 2002, e que também tem nacionalidade francesa, motivo pelo qual seu caso teve grande repercussão na França. A Embaixada francesa na Colômbia disse à agência Efe não ter nenhum comentário a respeito do caso.

Segundo “Raúl Reyes”, as Farc apóiam as iniciativas realizadas pelos “países amigos” (Espanha, França e Suíça), na busca do acordo humanitário, a pedido do Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe.

Esta postura representa uma reviravolta em relação à posição adotada pelas Farc por mais de quatro anos, durante os quais sempre rejeitaram as propostas do presidente Uribe.

A última oferta, anunciada pelo líder em 11 de maio, prevê a libertação maciça e unilateral de guerrilheiros das Farc, para ver se a guerrilha faz o mesmo com os detidos. O governante, no entanto, se opõe à desmilitarizaração dos municípios nos quais seria negociada a troca, medida exigida pelas Farc.

Para o catedrático e analista colombiano Alfredo Rangel, presidente da Fundação Segurança e Democracia, “as Farc estão muito nervosas com a última proposta feita pelo Governo”. “Acho que esta suposta aceitação das negociações com Espanha, França e Suíça é uma resposta a essa medida unilateral de parte do Governo”, disse Rangel.

Os guerrilheiros, no entanto, qualificaram a proposta de “farsa”, e afirmaram se tratar apenas de uma “cortina de fumaça” do líder, acuado pelo escândalo suscitado pela revelação de ligações entre dezenas de políticos, parlamentares e congressistas com as Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), esquadrões paramilitares de direita que selaram a paz com o Executivo.

“As Farc ratificam novamente, ao presidente Nicolas Sarkozy e ao povo francês, nosso indeclinável compromisso com a busca da troca de prisioneiros”, declarou “Raúl Reyes”.

“De nossa parte, existe total vontade de realizar os encontros com os emissários dos Governos da França, Suíça e Espanha, tão logo disponhamos de condições favoráveis para recebê-los”, afirmou.

O porta-voz ressaltou, no entanto, que “é absolutamente indispensável contar com a garantia de desmilitarização dos municípios de Florida e Pradera”. Segundo as Farc, a desmilitarização destas duas cidades, do departamento do Valle del Cauca (sudoeste), garantiria a segurança dos guerrilheiros que dialoguem com delegados do Governo.

Uribe, no entanto, não aceita retirar as tropas, por considerar essa zona como corredor estratégico para a passagem de rebeldes, armas e drogas. O porta-voz afirmou que as Farc são um grupo revolucionário, “com 43 anos de luta”, e que o presidente Uribe se opõe à troca.

O pronunciamento das Farc é realizado quase uma semana após a fuga do policial John Frank Pinchao, que esteve em poder da guerrilha por quase nove anos. O policial revelou ter estado por vários anos ao lado de Ingrid Betancourt, e dos americanos Thomas Howes, Keith Stansell e Marc Gonsalves, e confirmou que estão vivos, nas selvas de Vaupés (sudeste).

As Farc figuram na lista de organizações consideradas terroristas por Estados Unidos e a União Européia.


O Exército do Líbano suspendeu a ofensiva que retomara hoje contra o campo de refugiados palestinos de Nahr al-Bared, buy information pills junto à cidade libanesa de Trípoli. Assim que anoiteceu, stomach tanques libaneses abriram fogo contra as posições do grupo extremista palestino Fatah al-Islam, que controla o campo.

Durante 45 minutos os blindados dispararam rajadas de metralhadora contra as posições rebeldes, que, por sua vez, responderam com armas automáticas e artilharia.

Segundo diversas fontes, até a noite de hoje os combates deixaram mais de 100 mortos, entre soldados, milicianos e civis. A aparentemente breve ofensiva de hoje aconteceu após uma trégua de dois dias, durante qual mais da metade da população do campo abandonou suas casas. Mesmo assim, o Comitê da Cruz Vermelha Internacional calcula que ainda restam 20.000 civis em Nahr al-Bared.

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