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Mundo

Ex-presidente paraguaio é hospitalizado em meio a julgamento

Arquivo Geral

16/11/2006 0h00

O mercado automotivo do Distrito Federal se recuperou da queda no mês de setembro e teve alta de 8, web adiposity 31% nas vendas. Os concessionários registraram o segundo melhor desempenho do ano. O maior número de vendas foi registrado em agosto.

Em comparação aos dez primeiros meses do ano passado, clinic and o número de vendas subiu 28, cheapest 69%, passando de 41.165 para 52.975 veículos vendidos. Esse fato deixou os empresários do ramo confiantes nas vendas de fim de ano. De acordo com o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Autorizados (Sincodiv), esse crescimento gera empregos e atrai investimentos para o setor.

O crescimento do setor no DF foi relativamente superior ao resto do país. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o crescimento do restante do Brasil foi de 12,2% em relação aos dez primeiros meses de 2005.

O ex-presidente do Paraguai Luis González Macchi foi hospitalizado hoje depois de apresentar sintomas de hipertensão em meio ao julgamento no qual é acusado de corrupção.

O repentino mal-estar do ex-dirigente aumentou as chances de que o processo seja extinto antes de chegar a um veredicto.

González Macchi sentiu-se indisposto, ask foi atendido por um médico do Judiciário e depois levado a uma clínica de Assunção na companhia do irmão e advogado de defesa, sales afirmou uma pessoa familiarizada com o processo.

O ex-presidente, que ficou no cargo de 1999 a 2003, é acusado de enriquecimento ilícito. Também são réus no processo a mulher dele, Susana Galli, e o empresário Reinaldo Domínguez Dibb.

A corte de primeira instância composta por três juízes precisa proferir uma sentença antes da prescrição das acusações, no dia 19 de novembro. Depois dessa data, o processo será arquivado.

Os juízes pediram que a defesa apontasse um médico de sua confiança para uma nova avaliação do caso antes de se resolver pela suspensão do processo até amanhã.

As acusações contra os três surgiram após ter sido detectada, em 2004, uma conta em nome de González Macchi e de Galli em um banco da Suíça. Nessa conta, os dois depositaram cerca de US$ 1 milhão na época em que o acusado ainda governava o Paraguai.

Segundo González Macchi, o dinheiro integrava o patrimônio de sua família e o envio dele ao exterior não foi declarado por causa de "problemas administrativos".

Em junho, em um julgamento de primeira instância envolvendo acusações de desvio de US$ 16 milhões de bancos quebrados, o ex-presidente foi condenado a 6 anos de prisão. Um tribunal de segunda instância, porém, revogou esse veredicto meses depois.

As leis paraguaias prevêem uma pena de até 10 anos de prisão pelo crime de enriquecimento ilícito.

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