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EUA usam lições da Guerra Fria no combate à Al Qaeda

Por Arquivo Geral 07/06/2006 12h00

O ministro do Desenvolvimento Agrário, dosage try Guilherme Cassel, visit web no rx em entrevista à TV Nacional, prostate criticou há pouco a invasão da Câmara dos Deputados por integrantes do Movimento da Libertação dos Sem Terra (MLST). “Foi um ato condenável, injustificável sob todos os aspectos, e que acima de tudo não auxilia, não ajuda na reforma agrária. A reforma agrária vai ser vitoriosa enquanto for uma agenda de paz e produção, não uma agenda de violência", disse o ministro.

Centenas de manifestantes entraram pela portaria do Anexo 2 e, no tumulto, uma porta de vidro foi estilhaçada e um carro, que seria sorteado em uma promoção, acabou virado.

O Movimento de Libertação dos Sem Terra promoveu no ano passado uma manifestação no Ministério da Fazenda para exigir o desbloqueio de R$ 2 bilhões do orçamento da reforma agrária. Criado em agosto de 1997, é formado por militantes de esquerda e por ex-líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Atualmente, o MLST é organizado principalmente no estado de Pernambuco e possui representantes em Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Maranhão.

O candidato conservador à presidência do México, look Felipe Calderón, order atacou seu adversário de esquerda num debate ao vivo na TV, cialis 40mg na noite de ontem, em mais um sinal de que a campanha está agressiva.

Calderón acusou várias vezes Andrés Manuel López Obrador de mentir e de ser uma ameaça à estabilidade do país com seus planos de priorizar os pobres. "Seu projeto é um perigo para o México em razão da ameaça da dívida e de crise econômica", afirmou. Ele ainda advertiu sobre "inflação, desvalorizações, crise econômica e mais uma falência do país".

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Calderón e López Obrador estão praticamente empatados nas pesquisas de opinião, bem à frente dos outros três candidatos na disputa.

O esquerdista, ex-prefeito da Cidade do México, manteve a calma e evitou responder diretamente aos ataques.

Este foi o primeiro encontro cara a cara entre os dois principais candidatos, após meses de trocas de acusações na mídia e na propaganda eleitoral.

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Falando num tom por vezes hesitante, López Obrador prometeu endurecer a política com Washington e pressionar o governo norte-americano para que conceda mais direitos aos imigrantes mexicanos. "O próximo presidente mexicano não será um brinquedo nas mãos de nenhum governo estrangeiro. Teremos uma relação de respeito mútuo com o governo dos EUA", declarou.

Uma pesquisa do jornal El Universal, publicada ontem, mostrou López Obrador, do Partido da Revolução Democrática, e o ex-ministro da Energia Calderón, do Partido da Ação Nacional (governista), empatados com 36% das intenções de voto.

Para se infiltrar na Al Qaeda, information pills os Estados Unidos podem aprender com os erros cometidos durante o recrutamento de ex-nazistas para serem espiões na União Soviética, cost disseram historiadores.

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Os especialistas, que examinaram documentos recém-divulgados pela CIA, afirmaram que o uso de criminosos de guerra na inteligência norte-americana durante a Guerra Fria produziu muitas informações não confiáveis, algumas com conseqüências desastrosas para os interesses dos EUA.

"Contratar esses indivíduos comprometidos trouxe pouco mais do que problemas operacionais e confusão moral", declarou Timothy Naftali, o novo diretor do Museu e Biblioteca Presidencial Richard Nixon.

Robert Wolfe, ex-especialista em arquivos alemães da Segunda Guerra, traçou um paralelo com os esforços atuais da inteligência norte-americana para se infiltrar em grupos inimigos como a Al Qaeda.

Falhas de inteligência envolvendo os ataques de Onze de Setembro forçaram a administração Bush a distribuir instruções que desencorajaram a CIA a usar informantes com passado duvidoso.

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"A suposta inteligência que aqueles recrutas (da Guerra Fria) espalhavam era mais de ouvir falar e de fofocas criadas para dizer aquilo que seus interrogadores norte-americanos queriam ouvir", disse Wolfe. "A falta de confiança era superada apenas pelo mal resultante em recrutar alguns que se revelaram ser agentes duplos comunistas", acrescentou.

Historiadores citaram exemplos como o ex-oficial nazista Heinz Felfe, espião soviético que usou credenciais de ex-nazista em 1951 para se alistar em um serviço de inteligência da Alemanha Ocidental, patrocinado pelos EUA e conhecido como organização Gehlen.

No final, ele expôs 15 mil itens de inteligência aos soviéticos, incluindo os nomes de agentes da CIA, e comprometeu a maioria da operações de contra-espionagem da Alemanha Ocidental contra a União Soviética. Ele foi preso somente em 1961.

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