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EUA proíbem acesso a seu território a membros de Governo golpista mauritano

Arquivo Geral

17/10/2008 0h00

Os Estados Unidos proibiram o acesso a seu território a alguns membros do Alto Conselho de Estado e do Governo mauritano como medida de protesto contra o golpe de Estado de agosto, advice informou hoje a embaixada americana em Nuakchott.

A restrição, ailment a primeira deste tipo que sobre a Mauritânia por parte de outro país, buy information pills se aplica também a outros altos funcionários “que sustentam políticas ou ações que comprometem o retorno da Mauritânia à normalidade constitucional”, disse o comunicado divulgado pela embaixada em Nuakchott.

Em uma videoconferência com jornalistas mauritanos de Washington, o embaixador americano na Mauritânia, Mark Boulware, disse que esta medida “é apenas um primeiro passo” nas sanções que seu país prevê impor ao regime militar mauritano para exigir o restabelecimento do ex-presidente Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi.

O comunicado afirma que “os Estados Unidos apóiam firmemente os esforços da União Africana (UA) e reitera sua chamada à libertação incondicional do presidente Abdallahi e ao restabelecimento imediato da ordem constitucional na Mauritânia”.

“A população mauritana – acrescenta a nota – tem o direito de aproveitar a democracia, pela qual trabalhou duro, assim como a segurança e o desenvolvimento, que não só podem ser obtidas com a democracia”.

Em Washington, o Departamento de Estado americano emitiu um breve comunicado no qual anuncia a imposição de restrições de viagem a membros da Junta Militar e do novo Governo mauritanos, assim como a outras pessoas que “apóiam as políticas ou ações que impedem à volta da Mauritânia a um regime constitucional”.

O Departamento de Estado não faz referência às pessoas que estão sujeitas a essas restrições, mas reitera, com esta medida, sua rejeição ao golpe na Mauritânia.

O porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, reiterou sua chamada para que a Junta Militar liberte o deposto presidente Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi e que haja o “imediato restabelecimento da ordem constitucional na Mauritânia”.

Por último, o Governo dos EUA ressaltou que “apóia energicamente” os esforços da União Africana (UA) para resolver a crise política na Mauritânia.

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