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EUA e Bolívia trabalham agenda para "recompor" relações

Arquivo Geral

07/07/2008 0h00

O embaixador dos Estados Unidos em La Paz, viagra buy Philip Goldberg, sildenafil participou hoje de uma reunião com o presidente boliviano, shop Evo Morales, após a qual anunciou que os dois trabalham em uma agenda para “recompor relações”. “Vamos trabalhar com a Chancelaria para tratar de incluir na agenda um programa para melhorar relações ou pelo menos falar francamente”, comentou Goldberg no Palácio do Governo, após sua conversa com o líder.

O diplomata disse que em seu encontro com Morales alguns “pontos de desacordo” ficaram evidentes e admitiu que na relação bilateral existem “problemas sérios”, mas qualificou a reunião de “franca e aberta”. “Queremos fazer tudo dentro de nossa capacidade para melhorar esta situação”, comentou Goldberg, embora tenha destacado que “para reconstruir relações é preciso reconstruir confianças”. “A confiança não vai junto com acusações infundadas e com ataques”, ressaltou.

Esta foi a primeira visita do embaixador americano a Morales desde seu retorno à Bolívia na quarta-feira passada, após ter sido chamado para consultas em Washington. O diplomata foi convocado por seu Governo após uma grande e violenta manifestação contra a embaixada americana em La Paz, em protesto ao asilo político concedido pelos EUA a um ex-ministro acusado de genocídio na Bolívia.

Outro recente incidente na relação bilateral foi a retirada da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAIDE, em inglês) de Chapare, após as ameaças de expulsão que recebeu por parte dos sindicatos cocaleiros da região.

O embaixador explicou que a elaboração da agenda foi uma idéia do Ministério de Relações Exteriores boliviano, que lhe enviou na semana passada uma série de temas como sugestão. “Temos que revisar essa agenda e agregar certos pontos”, indicou Goldberg, que acrescentou que lhe “parece uma boa idéia por se tratar não de uma agenda de um lado, mas dos dois lados”.

O embaixador também manifestou sua vontade de incluir “certos temas importantes”, entre os quais assinalou a segurança do pessoal americano na Bolívia e a “cooperação no campo antinarcóticos”. Goldberg mostrou-se otimista com a possibilidade de melhorar as relações com a Bolívia.

Morales acusou várias vezes Goldberg e a USAID de liderarem um suposto complô para desestabilizar seu Governo e de financiar as forças opositoras conservadoras.

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