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Escolas palestinas reabrem após quase 70 dias de greve

Arquivo Geral

12/11/2006 0h00

Os Estados Unidos estão dispostos a fazer "ajustes de curso" no Iraque e o governo vai se comunicar com os dois partidos no Congresso, help pills mas não mudou seus objetivos de democracia e estabilidade, order informou hoje a Casa Branca.

"O presidente sempre se interessou por ajustes táticos. Oobjetivo final é o mesmo, que é o sucesso no Iraque", disse Joshua Bolten, chefe de equipe da Casa Branca à rede de televisão CNN.

Bush "sempre esteve disposto a fazer ajustes de curso. Ninguém pode estar contente com a situação atual no Iraque. Claramente é hora de colocar uma visão nova no problema", disse.

Robert Gates, o escolhido de Bush para substituir Donald Rumsfeld no Pentágono, vai dar esta perspectiva, disse Bolten.

Dias depois de os democratas assumiram o controle do Congresso, o líder cada vez mais impopular enfrenta um cenário político radicalmente diferente.

Bolten disse que o governo Bush está esperando as recomendações do Grupo de Estudo do Iraque e do general Peter Pace.

Bolten não foi muito receptivo à idéia de dividir o Iraque em áreas de governo separados, mas disse que algum grau de poder federal compartilhado pode ajudar.

O conflito entre israelenses e palestinos, acrescentou Bolten, vai continuar sendo fonte de tensão no Iraque e no Oriente Médio. Mas o governo Bush não vai apresentar novas iniciativas de paz até que chegue o momento exato, segundo ele.

Bolten afirmou também que o governo ainda espera reverter a oposição democrática ao enviado da Organização das Nações Unidas John Bolton. Alguns parlamentares estão revendo sua oposição a ele e a Casa Branca espera que o Congresso confirme o nome antes do final de sua nomeação temporária.

 

Os democratas, troche que venceram as eleições para o Congresso dos Estados Unidos na semana passada, buy afirmaram hoje que vão trabalhar para que uma retirada gradual das tropas norte-americanas do Iraque comece entre quatro a seis meses.

"A primeira ordem é mudar a direção da política no Iraque", disse o senador democrata Carl Levin, que deve ser chairman do Comitê de Serviços Armados do Senado no Congresso.

Levin, durante participação no programa This Week, da rede de televisão ABC, afirmou esperar que alguns republicanos se juntem aos democratas e pressionem a administração do presidente George W. Bush a dizer ao governo iraquiano que a presença dos EUA não é "ilimitada".

Bush tem insistido que as tropas norte-americanas não deixarão o Iraque até que o país esteja pronto para assumir a segurança de seu país.

"Precisamos começar a retirar nossas forças do Iraque dentro de quatro a seis meses", disse Levin.

 

O professor palestino de química Jamileh Abdel-Rahim comemorou hoje o fim de uma greve de quase 70 dias nas escolas públicas qua havia sido motivada pela falta de pagamento de salários. Mas a comemoração trazia uma mistura de alívio e amargura.

"Estou contente por voltar a dar aulas, rx mas estou desapontado porque nossas exigências não foram atendidas", no rx disse ele, depois de receber apenas uma parte dos salários atrasados sob um acordo que encerrou a greve dos professores, que voltaram ontem ao trabalho.

Cerca de 40 mil professores e outros funcionários do setor de educação estavam em greve desde o dia 2 de setembro, como parte de um protesto mais amplo contra salários que não eram pagos desde que o grupo militante Hamas assumiu o poder em março.

Países do Ocidente cortaram a ajuda financeira que destinavam ao governo palestino diante da recusa do Hamas em reconhecer Israel, renunciar à violência e obedecer acordos de paz provisórios.

Palestinos esperam que um governo planejado de unidade motive uma diminuição das sanções nos próximos meses.

Sob um acordo alcançado na semana passada para encerrar a greve nas escolas, a maior parte dos professores da Cisjordânia e da Faixa de Gaza começou a receber mil shekels (US$ 231,2) como parte dos salários que não foram pagos.

No dia 20 de novembro, professores receberão o restante de seus salários deste mês, segundo Jamil Shehadeh, diretor do sindicato dos professores. Normalmente, os professores recebem 2,5 mil shekels por mês.

O acordo permitiu que as escolas fossem reabertas para mais de 800 mil estudantes. Mas Shehadeh alertou que a greve pode voltar se o governo não cumprir o prometido.

 

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