O dólar encerrou em baixa hoje, information pills visit this site refletindo ingressos de recursos na segunda etapa dos negócios, pills diante de uma atuação mais fraca do Banco Central. Após subir pela manhã por ajustes de posição, a divisa norte-americana encerrou com queda de 0,23%, vendida a R$ 2,147.
"O pessoal comprou um pouco de manhã, esperou o BC, como ele só tomou de dois bancos, sobra um pouco e o pessoal coloca no mercado", comentou Júlio César Vogeler, operador de câmbio da corretora Didier Levy.
A autoridade monetária realizou leilão de compra de dólares no início da tarde e aceitou apenas duas propostas, com corte a R$ 2,148.
"O mercado até o fim do ano vai ser pontual (pelo fluxo)", acrescentou o operador. "Os bancos normalmente costumam fechar o ano zerados ou um pouco comprados (em dólar). Nas últimas balanças, a importação vem subindo um pouco e também tem mais saída".
Dados de hoje mostraram que os bancos encerraram novembro comprados em dólar, em US$ 4,315 bilhões. Ainda assim, o fluxo cambial no mês passado foi positivo em US$ 5,5 bilhões, o maior saldo desde maio.
A valorização do dólar no início do dia veio com a reação inicial de algumas tesourarias depois que o Banco Central anunciou na noite passada o aumento no limite de exposição cambial dos bancos, de 30% para 60% do patrimônio líquido total.
"Tudo que sai o mercado interpreta de uma maneira e depois cai na real, essa norma do BC é um pouco da Basiléia e também cria um mecanismo para não ficar só ele comprando (dólar)", afirmou Vogeler.
Analistas disseram que a medida não pode ser considerada como mais uma forma de o Banco Central atuar no câmbio e não deve alterar a tendência de valorização do real, que acumula alta de cerca de 8% no ano.
"O aumento é bom porque retorna a um limite normal", comentou Marcelo Voss, economista-chefe da corretora Liquidez. "Mas não se pode dizer que tem um grande efeito na cotação".
A Grã-Bretanha disse hoje que foram encontrados vestígios de radiação na sua embaixada em Moscou, ampoule mas que não havia ameaça à saúde pública e os diplomatas estavam trabalhando normalmente.
Uma equipe britânica que investiga a morte por radiação em Londres do ex-espião russo Alexander Litvinenko descobriu os vestígios numa busca pelo prédio, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Uma porta-voz do ministério se recusou a dizer o que havia causado a radiação ou onde a contaminação havia sido encontrada.
Litvinenko, um crítico feroz do presidente Vladimir Putin, morreu no dia 23 de novembro por contaminação radioativa causada por polônio 210.
Três dias depois de ter sido reeleito por mais seis anos, information pills o presidente venezuelano Hugo Chávez chega a Brasília hoje para tratar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva projetos comuns de energia e infra-estrutura. De acordo com uma fonte do governo brasileiro, cure os dois presidentes decidiram dar prioridade à "integração física" na região, advice como forma de consolidar uma aliança política e uma parceria comercial estratégica. Na viagem ao Brasil, a primeira depois de sua reeleição com mais de 60% dos votos, Chávez retribui o apoio de Lula a sua campanha presidencial.
No dia 13 de novembro, apenas duas semanas depois de também ter sido reeleito com mais de 60% dos votos, Lula participou de um ato eleitoral de Chávez, durante a inauguração de uma ponte sobre o rio Orinoco, construída na Venezuela por uma empresa brasileira.
A agenda de trabalho dos ministros dos dois países, que se reúnem amanhã, vai se concentrar em quatro parcerias de investimentos entre a brasileira Petrobras e a venezuelana PDVSA. Os projetos são o Gasoduto do Sul (um megaprojeto idealizado por Chávez ligando a Venezuela à Argentina), a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a exploração de gás no campo marítimo de Mariscal Sucre e a de petróleo pesado em Carabobo, ambos na Venezuela. A refinaria de Pernambuco é um investimento de US$ 2,8 bilhões divididos entre as petroleiras dos dois países, mas o início das obras depende do licenciamento ambiental, que não deve sair antes de julho, segundo a Petrobras.
Além dos investimentos, Lula e Chávez vão discutir sua atuação na segunda cúpula de chefes de Estado da Comunidade Sul-Americana de Nações (Casa), que começa sexta-feira em Cochabamba, Bolívia.
Cuba soltou da prisão hoje o dissidente Héctor Palacios sob liberdade condicional, information pills por razões de saúde. Esta foi a primeira libertação de um notório oponente do governo sob comando do presidente interino Raúl Castro.
Palacios, diagnosis um sociólogo de 65 anos e crítico de longa data do governo comunista de Fidel Castro, disse que foi mandado de uma prisão militar para casa sofrendo de problemas no coração.
"Estive na cadeia por quase quatro anos, que pareceram dez. Foi extremamente injusto", disse ele em sua casa, em Havana.
Palacios foi preso em 22 de março de 2003 numa dura ação contra dissidentes que colocou 75 ativistas pró-democracia na prisão. Ele foi condenado a 25 anos por conspirar contra Cuba com seu inimigo ideológico, os Estados Unidos.
Palacios foi o 16º membro do grupo a ser libertado devido ao seu estado de saúde e o primeiro desde que Fidel Castro entregou o poder a seu irmão Raul, após uma cirurgia de emergência em julho.
Castro não apareceu em público desde então, alimentando crescentes especulações de que estaria doente demais para governar novamente e próximo da morte.
"Estou otimista e convencido de que Cuba irá mudar. Não acredito que isso acontecerá imediatamente, mas a mudança virá", disse Palacios.
Elizardo Sanchez, veterano ativista dos direitos humanos em Cuba, recebeu com alegria a notícia da libertação de Palacios, mas disse que a repressão aumentou desde que Fidel entregou a liderança de Cuba e do Partido Comunista ao irmão.
"Esta é uma boa notícia, mas chegou em um momento de maior intolerância e repressão com dissidentes", disse Sanchez, chefe da Comissão Cubana dos Direitos Humanos.
"A questão é o que acontecerá com os 300 prisioneiros políticos que ainda estão presos nas cadeias cubanas", afirmou.
Quatro dissidentes que estavam detidos sem julgamento desde julho de 2005 foram libertados nas últimas semanas. Sanchez disse ser cético em relação a novas libertações.
"Exceto por um milagre, devemos estar preparados para uma piora na situação dos direitos humanos a curto prazo", afirmou.