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Conselho de Segurança da ONU condena ataque ‘terrorista’ na Caxemira indiana

Os membros do Conselho, que desde janeiro conta com o Paquistão por um período de dois anos, “condenaram nos mais duros termos o ataque terrorista” de terça-feira, segundo uma declaração

Redação Jornal de Brasília

25/04/2025 19h28

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Manifestantes segurando cartazes gritam palavras de ordem durante um protesto para condenar o ataque terrorista em Pahalgam, em Mumbai, em 25 de abril de 2025. Pelo menos 26 pessoas foram mortas em 22 de abril na Caxemira administrada pela Índia quando homens armados abriram fogo contra turistas, disseram fontes de segurança à AFP, no ataque mais mortal contra civis na região atingida pela insurgência desde 2000. (Foto de Indranil MUKHERJEE / AFP)

O Conselho de Segurança da ONU condenou nesta sexta-feira (25) o “ataque terrorista” que causou a morte de 26 civis na Caxemira indiana e pediu que os responsáveis sejam levados à Justiça.

Os membros do Conselho, que desde janeiro conta com o Paquistão por um período de dois anos, “condenaram nos mais duros termos o ataque terrorista” de terça-feira, segundo uma declaração.

Vários homens abriram fogo contra turistas na terça-feira em Pahalgam, uma localidade situada a 90 km de Srinagar na Caxemira, região de maioria muçulmana dividida entre Índia e Paquistão desde a independência do Reino Unido em 1947.

Neste sexta-feira, os exércitos indiano e paquistanês trocaram tiros em ambos os lados da linha de controle [LOC, na sigla em inglês], a fronteira ‘de facto’ da Caxemira, informaram fontes oficiais.

O Conselho reiterou que o terrorismo “em todas as suas formas” constitui “uma das piores ameaças à paz e à segurança internacional” e enfatizou a “necessidade de que os autores, organizadores, financiadores e partidários deste reprovável ato terrorista sejam levados à Justiça”.

A declaração, que exige a concordância de todos os 15 membros do Conselho, não faz referência às tensões entre Paquistão e Índia. Nova Délhi acusa o país vizinho de envolvimento no atentado.

Índia e Paquistão reivindicam sua soberania sobre a totalidade do território da Caxemira.

© Agence France-Presse

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