O primeiro-ministro mauritano, sickness Yahya Ould Ahmed el-Waghef, find foi libertado hoje, doctor assim como outras três personalidades detidas pelo Conselho de Estado, enquanto o presidente, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, permanece detido, informaram à Agência Efe fontes de partidos em Nuakchott.
Waghef foi libertado junto com o ministro do Interior, Mohammed Ould Rzeizim, o diretor da Agência Nacional de Acolhida de Refugiados, Moussa Fall, e o ex-presidente do Conselho Econômico e Social, Ahmed Ould Sidi Baba.
A notícia foi confirmada à Efe pelo secretário-geral adjunto do Partido Nacional para a Democracia e o Desenvolvimento (PNDD-ADIL), Mohammed Mahmoud Ould Dahman.
Todos os presos estavam detidos desde 6 de agosto pelos militares no Palácio de Congressos, um enorme complexo moderno com residências temporárias destinadas a visitantes ilustres.
Waghef também é o presidente do partido PNDD-ADIL, o principal partido que estava no poder.
Em 30 de junho, 39 deputados desta coalizão apresentaram uma moção de censura contra o Governo, alegando a falta de crescimento econômico, o aumento da pobreza e a falta de transparência do Executivo nas contas do Estado.
O primeiro-ministro, que apresentou sua renúncia em 3 de julho, foi posteriormente confirmado no cargo e no dia 15 do mesmo mês anunciou a composição de seu novo Governo.
A Junta Militar, que se autoproclamado Alto Conselho do Estado (ACE), anunciou que assumirá colegiadamente as prerrogativas do presidente da República e que nomeará um novo Governo, além de assegurar que o Parlamento e o resto de instituições “seguirão exercendo suas funções”.
Em comunicado, a Junta ressaltou que este “Executivo será designado e encarregado de exercer sob a supervisão do presidente do Conselho”, o general Mohammed Ould Abdel Aziz.
Vários partidos, forças sindicais e de defesa dos direitos humanos na Mauritânia expressaram rejeição ao golpe de Estado.