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Mundo

Bush diz que voto do Congresso não determinará saída de Gonzales

Arquivo Geral

11/06/2007 0h00

Representantes do Movimento Islâmico Hamas e do nacionalista Fatah selaram na noite de sábado uma nova trégua, website like this mind após uma jornada de violência na qual morreram três pessoas e que foi alterada depois que desconhecidos atacaram a casa do primeiro-ministro palestino, patient Ismail Haniyeh.

Após o novo cessar-fogo mediado por funcionários egípcios em Gaza, medicine Haniyeh exortou às milícias a abandonar as ruas da Cidade de Gaza para permitir hoje uma jornada de exames de bacharelado nas escolas.

No entanto, apesar dessa chamada, as testemunhas relataram que milicianos armados registravam nesta manhã os documentos de várias pessoas, e que alguns franco-atiradores continuavam nos telhados, presságio da frágil situação.

Horas depois do acordo de cessar-fogo foi registrado um ataque de desconhecidos contra quatro guarda-costas da casa de Haniyeh, no campo de refugiados palestinos de Shati, às margens do Mediterrâneo, informaram fontes islamitas e policiais.

O domingo foi marcado pela violência em Gaza, onde três pessoas morreram, entre elas o imame da mesquita central, e outras doze ficaram feridas.

O imame Ahmad Raafati foi baleado na cabeça em sua residência por milicianos do Fatah, que vingavam o assassinato de um membro da Força 17, Mohammed Sawirky, membro da guarda do presidente palestino, Mahmoud Abbas.

Milicianos do Hamas torturaram Sawirky, de 25 anos, e o atiraram do alto de um prédio de 15 andares.

Segundo avaliações atribuídas hoje pela rádio pública israelense a funcionários do Ministério do Interior da Autoridade Nacional Palestina (ANP), desde que o Hamas assumiu o poder, após as eleições de janeiro de 2006, mais de 200.000 palestinos abandonaram Gaza e a Cisjordânia, a maioria com destino ao Egito e à Jordânia.

Apesar da violência entre as facções palestinas, milicianos da Jihad Islâmica – que atua como mediadora entre Fatah e Hamas – dispararam esta manhã, pela primeira vez nos últimos três dias, cinco de seus foguetes Qassam contra o sul de Israel, mas sem conseqüências e aparentemente para atrair uma reação militar que ponha fim às lutas internas em Gaza.

Na Cisjordânia, o Exército israelense deteve nesta madrugada em outra de suas batidas noturnas 21 palestinos, em sua maioria militantes do Hamas, segundo fontes militares.


Uma aliança internacional de sindicatos acusou empresas chinesas de fabricar mercadorias destinadas aos Jogos Olímpicos utilizando trabalho infantil ou deixando seus funcionários em condições de semi-escravidão.

Segundo essa aliança sindical, clinic chamada “Playfair 08” (Fair Play), viagra order a China está violando os direitos humanos em quatro locais onde se fabricam produtos como bolsas e materiais de papelaria para os Jogos Olímpicos.

A “Playfair 08” afirma ter provas de que os proprietários dessas fábricas dão emprego a crianças de doze anos e obrigaram os funcionários a mentir sobre seus salários e suas condições de trabalho e saúde.

Segundo os sindicatos, muitos trabalhadores adultos ganham apenas € 0,21 por hora, aproximadamente a metade do salário mínimo chinês, e são obrigados a trabalhar por até 15 horas seguidas sem um só dia de descanso por semana.

Para Guy Ryder, secretário-geral da Confederação Internacional de Sindicatos, “tais violações das normas trabalhistas internacionais em fábricas que receberam a licença do Comitê Olímpico Internacional (COI) são um afronta para todo o movimento olímpico”.

O COI disse não ter controle direto sobre as empresas que fabricam mercadoria destinada aos Jogos, mas reiterou seu compromisso com as normas trabalhistas internacionais.

Segundo Brendan Barber, secretário-geral do Trades Union Congress (TUC) britânico, com tais práticas os chineses estão “desmerecendo o ideal olímpico”.

“Não queremos que se repitam quando os Jogos vierem a Londres (em 2012). O COI deve incluir na carta olímpica o respeito aos direitos dos trabalhadores”, acrescenta Barber.

Segundo a “BBC”, uma das empresas acusadas, a Lekit Stationery, é taiuanesa, embora opere há 20 anos na cidade de Dongguan, na província de Guangdong, e se dedique a fabricar adesivos, cadernos e copos de papel adornados com motivos olímpicos.

Seus responsáveis negaram à “BBC” as acusações sindicais de que a fábrica emprega menores e obriga o trabalho por até 13 horas seguidas por dia.

Outra das empresas suspeitas, a Headwear Holdings, situada nos arredores da cidade de Shenzhen, também rejeitou as acusações.

No relatório é mencionada ainda a empresa Eagle Leather Products, de Guangdong, fabricante de bolsas olímpicas, que supostamente obriga seus funcionários a trabalhar 30 dias por mês e fazer horas-extras, o que foi negado por seus responsáveis.
O presidente dos Estados Unidos, this web George W. Bush, viagra prometeu hoje à Sérvia melhores relações com seu país e mencionou a possibilidade de que faça parte da Otan e da União Européia (UE) caso aceite a independência do Kosovo.

Em entrevista coletiva no Museu Arqueológico de Sofia, Bush reiterou que “Kosovo deveria ser independente”.


O presidente dos Estados Unidos, order George W. Bush, pediu hoje à Líbia que liberte as cinco enfermeiras búlgaras condenadas à morte por ser consideradas culpadas de contagiar com o vírus da aids mais de 400 crianças líbias.

“Deveriam ser postas em liberdade”, disse Bush em entrevista coletiva no Museu Arqueológico de Sofia, onde prometeu que os EUA farão o pedido diretamente às autoridades líbias.


As forças americanas no Iraque decidiram fornecer armas, about it dinheiro, advice combustível e outras provisões a algumas das milícias sunitas até agora ligadas à insurgência, nurse em uma tentativa de transformá-las em aliados, informa hoje o jornal “The New York Times”.

A nova estratégia, que pretende isolar a Al Qaeda e reduzir as baixas americanas, gera mal-estar no Governo iraquiano, dominado por xiitas, assinala o jornal nova-iorquino em uma reportagem de capa que se baseia em declarações de comandantes americanos no Iraque e de funcionários do Governo do Iraque.

A política de tentar vencer os sunitas com acordos em vez de combates já foi testada com sucesso na província de Anbar, ao oeste de Bagdá, que há pouco tempo era um reduto da insurgência.

Agora se pretende aplicar “o modelo Anbar” em outras zonas sunitas do país, assegura o “New York Times”.

Oficiais americanos, cujos nomes não foram citados, disseram ao jornal que vários grupos sunitas romperam suas relações com a Al Qaeda porque não agüentam mais sua tática de lançar atentados suicidas que custam as vidas de muitos civis, tanto sunitas como xiitas.

Os comandantes de campo das forças americanas no Iraque se reuniram há vários dias em Bagdá com seu chefe, o general David Petraeus, e seu “número dois”, o tenente-general Raymond Odierno, para concretizar e definir como negociar alianças com as milícias sunitas e entregar-lhes armamento.

Segundo a publicação, esta nova política foi criticada por possibilitar que as milícias sunitas acabem usando as armas contra o Exército e a Polícia do Iraque, que estão nas mãos de xiitas, ou inclusive contra os próprios americanos.

Mas um comandante que assistiu à reunião com Petraeus disse ao “New York Times” que os eventuais benefícios desta política frente à Al Qaeda são tão importantes que o risco é válido.

Outro oficial, o major-general Rick Lynch, contou ontem a um grupo de jornalistas que os milicianos sunitas disseram aos militares americanos: “odiamos vocês por serem ocupantes, mas odiamos mais a Al Qaeda, e os persas mais ainda”.

No entanto, ao mesmo tempo os milicianos sunitas conservam sua má opinião do Governo do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, enquanto os líderes xiitas vêem com receio a possibilidade de os americanos estenderem suas mãos aos insurgentes sunitas.

Um assessor político de Maliki, Sadiq al-Rikabi, comentou ao “New York Times” que “o objetivo do Governo é desarmar e dissolver as milícias no Iraque”.

“Temos tantas milícias no Iraque que precisamos nos esforçar para solucionar o problema. Por que estão criando novas?”, questionou.
O presidente dos Estados Unidos, viagra sale George W. Bush, remedy disse que o voto de retirada de confiança sobre seu procurador-geral, remedy Alberto Gonzales, que os democratas pretendem impulsionar hoje no Senado não terá nenhum efeito sobre a permanência deste no cargo.

Em entrevista coletiva em Sofia, Bush qualificou a iniciativa como “uma resolução política” que não determinará se o “procurador-geral continuará em seu cargo ou não”.

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