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Mundo

Bush: Coréia do Norte tem que permitir que desnuclearização seja verificada

Arquivo Geral

06/08/2008 0h00

O presidente dos Estados Unidos, for sale George W. Bush, avisou hoje à Coréia do Norte que, enquanto seu processo de desnuclearização não for completamente verificado, seguirá na lista de nações que apóiam o terrorismo.


Em entrevista coletiva conjunta com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, Bush afirmou que o líder norte-coreano, Kim Jong-il, ainda tem que permitir a “verificação completa” do programa de urânio de seu país, e “dar passos” no programa de plutônio para ser retirado chamado “eixo do mal”.


O líder americano disse não saber se a Coréia do Norte vai “abandonar as armas de destruição em massa”, mas reafirmou sua confiança no diálogo de seis lados entre as duas Coréias, Rússia, China, Japão e EUA, que disse ser “a melhor maneira de alcançar esse objetivo”.


Bush afirmou que, segundo a nova estratégia, Pyongyang deve tomar medidas para provar que está no caminho da desnuclearização, em contraste com o método antigo, no qual eram feitas concessões ao regime totalitário, à espera de que este respondesse de maneira positiva.


O presidente americano apontou que “a primeira oportunidade” para retirar a Coréia do Norte da lista de países que apóiam o terrorismo se dará em 12 de agosto, e que deseja que isso se transforme em realidade, pois significaria que “a verificação foi acertada”.


Por outro lado, Bush também se referiu ao Tratado de Livre-Comércio (TLC) assinado com Seul, ainda pendente de ratificação pelos Parlamentos nacionais, e disse estar “preocupado” com as reservas de parte do Congresso americano.


O governante dos EUA afirmou que o Congresso deve aprovar este acordo comercial, e ressaltou o compromisso de seu Governo com o livre-comércio.


Bush agradeceu a Lee pelo envio de 350 soldados sul-coreanos ao Líbano, como parte da missão das Nações Unidas no terreno, e assegurou que, durante sua reunião, pediu ao presidente da Coréia do Sul que envie forças para ajudar a “jovem democracia” do Afeganistão.


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