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Bolsas de NY fecham em alta, com salto do setor de saúde antes de provável shutdown nos EUA

Investidores acompanharam o persistente impasse orçamentário que deve paralisar o governo dos EUA

Redação Jornal de Brasília

30/09/2025 17h59

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Uma placa de rua de Wall Street, no Distrito Financeiro, perto da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), em 19 de maio de 2025, na cidade de Nova York. (Foto de TIMOTHY A. CLARY / AFP)

São Paulo, 30 – As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 30, com melhora na reta final do pregão diante da escalada de ações do setor de saúde, após terem enfrentado pressão em meio à crescente probabilidade de paralisação do governo dos EUA a partir da quinta-feira.

O índice Dow Jones subiu 0,18%, aos 46.397,83 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 encerrou o pregão com alta de 0,41%, aos 6.688,46 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 0,30%, em 22 660,01 pontos. Os índices tiveram alta 1,87%, 3,53% e 5,61% no mês de setembro, respectivamente. O S&P 500 e o Nasdaq, em particular, computaram o melhor setembro desde 2010. Já no terceiro trimestre, os ganhos foram de 5,22%, 7,79% e 11,2%, respectivamente.

Investidores acompanharam o persistente impasse orçamentário que deve paralisar o governo dos EUA. O Departamento do Trabalho já avisou que suspenderá a divulgação do relatório de empregos, o payroll, marcada para a próxima sexta-feira.

Os papéis de farmacêuticas se destacaram durante a sessão. Pfizer registrou ganhos de 6,83% após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou com a empresa para a redução de preços dos medicamentos e a venda através do Medicaid. Na esteira, Moderna subiu 1,97% e Eli Lilly ganhou 5,02%.

O setor da ciência e tecnologia se destacou durante a sessão desta terça. Ações da

A CoreWeave, empresa de computação de nuvem para IA, pulou 11,70% após anúncio de um acordo com a Meta de mais de US$ 14 bilhões.

O Spotify caiu 4,18% após o fundador Daniel Ek deixar o cargo de CEO da empresa, após investir em uma startup militar que estaria envolvida com a guerra entre Israel e Palestina.

ExxonMobil caiu 1,29% após notícias de um possível corte de cerca de 2 mil postos de trabalhos como parte de plano de reestruturação.

Estadão Conteúdo

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