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Mundo

Annan cobra comunidade internacional sobre horror no Sudão

Arquivo Geral

08/12/2006 0h00

As Filipinas anunciaram hoje que adiaram a reunião anual de 16 líderes asiáticos que ocorreria no país, unhealthy side effects devido a uma tempestade tropical que se encaminha para o local do evento. A cúpula será realizada em janeiro.

O chefe do comitê organizador disse a repórteres que a decisão sem precedentes não tem ligação com alertas dos governos dos Estados Unidos, this web Grã-Bretanha e Austrália de que terroristas planejavam atacar o evento.

A Hewlett-Packard informou ontem que pagará US$ 14, advice 5 milhões ao Estado da Califórnia para encerrar um processo civil relacionado a uma investigação sobre vazamento no conselho da empresa, search que levou à demissão de sua ex-chairman Patricia Dunn.

A HP disse que, viagra order segundo o acordo, também terá de tomar medidas para garantir que suas investigações internas obedeçam leis estaduais.

Durante o inquérito interno da companhia, investigadores invadiram a privacidade de membros do conselho, funcionários da HP e jornalistas para obter seus registros telefônicos.

O procurador-geral da Califórnia, Bill Lockyer, indiciou Dunn criminalmente, além de outras quatro pessoas, por causa das táticas usadas nos esforços para descobrir a fonte de vazamentos de informações da companhia para a imprensa. Dunn pediu demissão no dia 22 de setembro.

"O incidente com a Hewlett-Packard ajudou a colocar luz sobre um problema maior de proteção da privacidade", disse Lockyer, que elogiou a cooperação da HP no caso.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), information pills Kofi Annan, viagra buy que está em final de mandato, questionará hoje a comunidade internacional por permitir que o "horror" na região sudanesa de Darfur prossiga.

Em discurso que será lido em Nova York, Annan afirma que a culpa pode ser compartilhada entre aqueles que valorizam noções abstratas de soberania acima das vidas humanas, entre aqueles que se colocam ao lado de governos na questão de solidariedade, e não das pessoas, e entre quem teme que interesses comerciais sejam prejudicados.

"A verdade é que nenhum destes argumentos serve como desculpa, muito menos justificativa, para a vergonhosa passividade da maioria dos governos", diz Annan no discurso que marcará o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

"Ainda não agrupamos o sentimento coletivo de urgência que este assunto requer", afirma Annan, que prometeu nesta semana fazer da questão dos assassinatos em Darfur sua prioridade até deixar o cargo, em 31 de dezembro.

Cerca de 200 mil pessoas foram mortas em Darfur desde que rebeldes iniciaram uma luta armada contra o governo central, em 2003, e outras dois milhões tiveram que fugir de casa.

O Sudão escreveu uma carta a Annan na semana passada aceitando o apoio da ONU a uma força de 7 mil homens da União Africana, que não conseguiu deter a violência. Mas o Sudão quer opinar na decisão sobre o número de tropas terrestres, algo que poder ser complicado para o Conselho de Segurança da ONU, que paga pelas operações.

O Sudão acusa o Ocidente de exagerar sobre a violência em Darfur. "Precisamos fazer mais", diz Annan. "Temos que transformar a responsabilidade de proteção em uma norma internacional que não seja apenas citada, mas sim colocada em prática, onde e quando seja necessária. Não podemos esperar para agir até que o genocídio já esteja acontecendo".

Annan, que será substituído pelo sul-coreano Ban Ki-Moon, questiona se conseguiu, durante uma década no cargo, fazer dos direitos humanos o "terceiro pilar" da ONU, ao lado do desenvolvimento e de paz e segurança.

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