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Mundo

Americanos celebram morte de Bin Laden

Arquivo Geral

02/05/2011 2h22

Milhares de pessoas se concentram na frente da Casa Branca, em Washington, e no Marco Zero do World Trade Center de Nova York para celebrar a morte do terrorista Osama Bin Laden, há pouco assassinado pelo exército norte-americano em seu esconderijo, em Islamabad (Paquistão).


Com gritos de alegria e mensagens patrióticas, os cidadãos se amontoam perante a residência oficial de Barack Obama e também no quarteirão onde ficavam as Torre Gêmeas, maior alvo destruído pelos ataques da Al-Qaeda, sob liderança de Bin Laden, no dia 11 de setembro de 2001.

 

Entre os cidadãos, há um sentimento de justiça feita, apesar de reconhecerem que a morte de Bin Laden não irá reparar as perdas materiais e humanas de há quase uma década.

 

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, assegurou nesta segunda-feira que a morte de Osama bin Laden é uma “vitória muito importante” para os Estados Unidos e expressou sua esperança de que a notícia traga um pouco de alento para quem perdeu seus entes queridos nos ataques do dia 11 de setembro de 2001.


“Após o 11 de setembro de 2001, demos nossa palavra como americanos que não nos deteríamos perante nada para capturar ou matar Osama bin Laden. Com a contribuição de milhões de pessoas, incluindo muitos que fizeram o máximo sacrifício por nossa nação, mantivemos essa palavra”, disse Bloomberg.


O prefeito disse em comunicado que a morte de Osama bin Laden “não diminui o sofrimento sofrido pelos nova-iorquinos e pelos americanos, mas é uma vitória muito importante para nossa nação”.


“Sua morte é uma homenagem aos milhões de homens e mulheres em nossas forças armadas e outros lugares que lutaram tão duro por nossa nação”, assegurou.


Bloomberg fez estas declarações minutos depois de o presidente Barack Obama anunciar a morte do terrorista mais procurado do mundo.

Em um pronunciamento na Casa Branca, Obama afirmou que, após ter recebido informações de inteligência confiáveis sobre o lugar onde Bin Laden estava, no Paquistão, na semana passada deu a ordem de atacar e neste domingo “um pequeno grupo” americano conduziu a operação, na qual, após um tiroteio, o líder terrorista foi morto.

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