A polícia da Espanha prendeu cinco pessoas acusadas de terem colaborado para a fuga de dois suspeitos de participação nos atentados de 2004 em trens de Madri, stuff cheapest disse hoje o Ministério do Interior do país.
Em um comunicado, buy information pills o Ministério afirmou que os cinco acusados foram detidos em cidades da Espanha sob acusação de terem colaborado com o terrorismo internacional.
Os detidos, segundo as autoridades espanholas, também teriam mantido contato com um homem ligado aos ataques, ocorridos em 11 de março de 2004 e nos quais foram mortas 191 pessoas.
Nas operações, a polícia apreendeu documentos falsos, contas com números de telefone do Afeganistão, dinheiro e três computadores.
O secretário de Cultura do Distrito Federal, capsule Silvestre Gorgulho, more about anunciou no final da manhã de hoje que o Carnaval do DF será realizado normalmente neste ano.
Segundo o secretário, visit web para a realização da festa popular, será destinado R$ 1,046 milhão e o local será o mesmo do ano passado, uma estrutura armada em Ceilândia.
As escolas de samba receberão R$ 1,5 milhão para colocar seus desfiles na rua. As escolas do grupo especial irão receber R$ 126 mil cada uma. Já as escolas de samba do grupo de acesso receberão R$ 63 mil cada uma.
O GDF irá negociar um empréstimo com o BRB, para que pelo menos 60% dessa quantia possa ser entregue aos organizadores do evento até o dia 10 deste mês.
A habitação deve ser um direito tão inalienável quanto a educação, capsule disse hoje o governo francês, buy depois que um acampamento montado por ativistas em Paris fez dos sem-teto um dos principais assuntos da imprensa.
"Devemos avançar em maior velocidade", disse o porta-voz governamental Jean-François Cope à TV France 2, dizendo que o primeiro-ministro Dominique de Villepin apresentará ainda hoje medidas concretas sobre habitação.
Cope afirmou que o Parlamento debaterá até o final de fevereiro um projeto segundo o qual pessoas que não conseguirem encontrar uma moradia podem recorrer ao governo. Detalhes sobre o projeto devem ser divulgados hoje.
Há cerca de 86.500 sem-teto na França, segundo dados oficiais de 2001. Grupos assistenciais dizem que 3 milhões têm sérios problemas habitacionais, vivem nas ruas, em espeluncas, trailers ou cubículos sem banheiro nem calefação.
O grupo "Os Filhos de Dom Quixote" iniciou o atual debate em dezembro, ao instalar dezenas de barracas vermelhas junto ao canal de Saint Martin, convocando os parisienses a dormirem ao relento em sinal de solidariedade.
O governo já prometeu mais verbas e horários ampliados nos albergues, mas os "Filhos de Dom Quixote" afirmam que isso não basta. Eles querem os albergues abertos 24 horas por dia, o ano todo e a construção de mais moradias populares. O presidente Jacques Chirac tocou no assunto em seu pronunciamento de Ano Novo, dizendo que o direito à habitação tinha de se tornar realidade.
Também os principais candidatos na eleição presidencial deste ano entraram no debate. O conservador Nicolas Sarkozy, ministro do Interior, já havia prometido que, depois de dois anos com ele no cargo, nenhum sem-teto iria mais dormir ao relento. Já Ségolène Royal, a candidata socialista, defendeu "um vasto plano para lutar contra a insegurança econômica".
As pesquisas mostram Sarkozy e Royal virtualmente empatados. O primeiro turno da eleição será em abril; o segundo turno, em maio. Ainda na quarta-feira, Villepin deve receber um relatório de Xavier Emmanueli, fundador da ONG Samu Social, de apoio a sem-teto, sobre uma lei que garante o direito à habitação.
"Transformar esta fundamental reforma em lei colocará o direito à habitação no mesmo nível do direito ao atendimento médico e à educação", disse Emmanueli ao jornal Libération, admitindo que a implementação da lei levará anos. "Forçará as autoridades públicas a se organizarem para criar acomodações que correspondem às necessidades."
As ONGs dizem que os sem-teto são apenas um dos aspectos mais dramáticos da habitação, mas que também há dezenas de milhares de pessoas habitando cortiços porque não têm acesso a moradias populares decentes.
O problema habitacional já havia atraído a atenção da imprensa em 2005, quando incêndios em cortiços parisienses mataram quase 50 pessoas, a maioria crianças e imigrantes.