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Economia

Volume de cheques sem fundos é o maior desde 2009

Arquivo Geral

23/07/2013 9h30

Do total de cheques compensados em todo o País no primeiro semestre de 2013, 2,08% foram devolvidos pela segunda vez por falta de fundos, informou nesta terça-feira, 23, a Serasa Experian. Trata-se do maior porcentual para os seis primeiros meses do ano desde 2009, quando foram devolvidos 2,3%. O total de cheques devolvidos em junho foi de 1,94%, abaixo dos 2,15% registrados em maio e dos 2,02% de junho de 2012.

De acordo com os economistas da empresa, a elevação do número de cheques devolvidos por falta de fundos neste primeiro semestre do ano foi decorrente da inflação, que reduziu o poder aquisitivo das famílias. Eles citam ainda o “alto comprometimento da renda do consumidor com prestações e a falta de planejamento nos financiamentos e nas compras parceladas com cheques pré-datados, que são mais difíceis de renegociar”.

No primeiro semestre, o Estado que teve o maior porcentual de cheques devolvidos foi Roraima, com 11,16%. Na outra ponta ficou o Amazonas, com 1,47%. Entre as regiões, a Norte liderou o ranking de devoluções, com 4,46%. Do lado oposto ficou a região Sudeste, com 1,62%.

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    08/03/2012 11h56

    O volume de cheques sem fundos no primeiro bimestre de 2012 foi o maior em três anos, mostra indicador divulgado hoje pela empresa de informações econômicas Serasa Experian. O nível de devolução em relação ao total de documentos emitidos chegou a 1,97%, maior porcentual desde os 2,31% registrados nos primeiros dois meses de 2009. Em janeiro e fevereiro do ano passado, o indicador havia ficado em 1,76%. No mesmo período de 2010, a taxa foi de 1,85%.

    De janeiro para fevereiro, o volume de cheques sem fundos também cresceu, com o indicador passando de 1,93% para 2%. Os economistas da Serasa Experian acreditam que entre os motivos do aumento estejam a expansão do endividamento do consumidor e os juros ainda altos. Além disso, eles lembram que o início de ano é tradicionalmente complicado para o equilíbrio financeiro das famílias em razão de pagamentos de tributos (como IPTU e IPVA) e gastos com educação.

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