Economia

Tóquio sobe 0,64% com ganhos do Softbank

Por Arquivo Geral 14/06/2006 12h00

Dezenove pessoas morreram e 31 estão desaparecidas depois que chuvas torrenciais atingiram cidades remotas do sudoeste da China, cialis 40mg shop  informou a mídia estatal.

As tempestades ocorreram em Wangmo, condado na montanhosa província de Guizhou, na segunda-feira à noite (horário local), gerando torrentes que derrubaram casas, segundo o jornal Beijing News.

"A estimativa preliminar mostra que 19 pessoas morreram e 31 estão desaparecidas", informou o jornal. A publicação acrescentou que as ligações de transporte e comunicação com Wangmo estavam cortadas.

O sul da China é freqüentemente atingido por cheias nos meses de verão, mas a mídia estatal diz que neste ano as chuvas têm caído em um volume acima do normal.

As províncias de Guangdong, Fujian, Guangxi e Jiangxi sofrem com as tempestades desde maio, com enchentes, deslizamentos e desabamentos de casas que custaram cerca de cem vidas e forçaram a retirada de centenas de milhares de pessoas.

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Manifestantes invadiram hoje a sede do Parlamento palestino, order exigindo o pagamento de salários atrasados por parte do governo do Hamas. 

O cenário caótico em Ramallah e a violência em Gaza – que matou um militante do Hamas e feriu um chefe de segurança leal à facção Fatah, viagra do presidente Mahmoud Abbas – são novos sinais da crescente luta por poder entre os grupos rivais palestinos. 

Os manifestantes interromperam a sessão parlamentar, sildenafil subiram nas mesas de vários deputados e espalharam papéis e garrafas de água pelo plenário. Vários deputados do Hamas deixaram o local diante dos gritos da multidão.

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"É verdade que os funcionários (públicos palestinos) passam fome. Eles estão há cem dias sem salários. Mas isto é o caos total. Não se pode invadir a sessão do Parlamento", afirmou o deputado Jamal Abul Rub, da Fatah. 

Um boicote financeiro do Ocidente ao governo palestino, comandado pelo Hamas, impede o pagamento dos salários a 165 mil funcionários públicos. Além disso, os serviços públicos também estão prejudicados. 

"Os israelenses são melhores que vocês", gritou um manifestante para um deputado. 

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"Isto é o caos, tirem eles daqui", dizia um parlamentar do Hamas, quando parte da multidão invadiu o prédio. 

Na Faixa de Gaza, fontes de segurança disseram que um militante do Hamas foi morto durante uma emboscada. O ataque foi feito contra o carro que transportava Refat Kullab, chefe do Serviço de Segurança Preventiva, leal a Abbas, na cidade de Khan Younis. 

Fontes do Hamas, no entanto, disseram que agentes do Serviço de Segurança Preventiva dentro do carro de Kullab dispararam primeiro. Kullab está hospitalizado, em estado qualificado de moderado a grave, segundo fontes de segurança. 

A crescente violência entre o Hamas e grupos aliados a Abbas aumenta os temores de uma guerra civil nos territórios palestinos. Cerca de 20 pessoas foram mortas em confrontos no último mês. 

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As tensões foram agravadas por um decreto de Abbas que convocou para 26 de julho um referendo sobre a independência palestina, que implicitamente reconhece a existência de Israel. O Hamas se opõe a essa proposta, pois a vê como uma tentativa de golpe por parte da Fatah. 

O premiê iraquiano, symptoms Nuri al-Maliki, treatment  afirmou hoje que estava pronto para coversar com alguns grupos insurgentes. 

"A porta está aberta para o diálogo com homens armados que se opõem ao processo político e que agora querem voltar para a atividade política com garantias", approved disse Maliki em uma entrevista coletiva.

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O prêmie, no entanto, reafirmou sua posição de que não vai negociar com insurgentes que têm sangue iraquiano nas mãos. 

 

O presidente da Bolívia, view Evo Morales, disse ontem a centenas de indígenas reunidos na capital equatoriana para manterem a luta por mais controle dos recursos naturais de seu país. 

"Nosso povo não será verdadeiramente livre até que nacionalizemos nossos recursos naturais", afirmou Morales a uma multidão de indígenas vestidos com ponchos, em um teatro que fica na frente da embaixada dos Estados Unidos. O boliviano está em Quito para um encontro de presidentes da região andina. 

Morales lidera uma campanha pela nacionalização dos recursos em seu próprio país, com o apoio do presidente venezuelano Hugo Chávez. Este é líder que tenta reduzir a influência dos EUA na região e aumentar o controle do Estado sobre os recursos energéticos. 

Morales, ex-líder cocaleiro, anunciou a nacionalização da indústria energética boliviana em maio, para interromper o que ele chamou de séculos de pilhagem estrangeira dos recursos naturais do país andino. 

Muitos indígenas equatorianos se opõem à sinalização de um acordo de livre comércio com os Estados Unidos e pressionam para que ocorra no país uma nacionalização da indústria energética como a que aconteceu na Bolívia. O Equador é o quinto maior produtor de petróleo da América do Sul. 

"A visita de Morales vai inspirar o movimento indígena não apenas no Equador, mas ao longo de toda a América Latina", disse Theodore Macdonald, professor de antropologia da Universidade de Harvard. "Ele mostrou que um líder indígena pode ser um presidente de sucesso". 

O índice Nikkei da bolsa de Tóquio encerrou a quarta-feira em alta de 0, web 64%, visit para 14.309 pontos. 

Ganhos do Softbank Corp. – conglomerado de comunicação – e de outras empresas que declinaram muito recentemente ajudaram o mercado a se recuperar do pior dia de perdas em mais de dois anos, na sessão anterior. As ações da Softbank Corp. saltaram 7,1%.

Confira como se comportaram outros principais mercados da Ásia: 

– Hong Kong: o índice Hang Seng fechou em leve alta de 0,09%, para 15.247 pontos. Os fracos preços de commodities, no entanto, abateram companhias petrolíferas. A PetroChina Co. Ltd. recuou 2,1%.
– Coréia do Sul: o indicador Korea Composite Stock Price Index cresceu 1,48%, para 1.221 pontos. Investidores procuraram por ações locais, como as do Kookmin Bank, em meio a um otimismo de recuperação da economia do país.
– Taiwan: o índice Taiex encerou em alta de 2,08%, para 6.469 pontos. 
– Cingapura: o índice Straits Times desvalorizou-se em 0,55%, aos 2.280 pontos.

 

 

 






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