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Economia

Procurador questiona a inscrição "Deus seja louvado" nas notas

Arquivo Geral

20/02/2012 8h41

Marcelo Vieira 

marcelo.vieira@jornaldebrasilia.com.br

 

O procurador dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Jefferson Aparecido Dias, encaminhou ofício ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, requisitando informações sobre que dispositivo legal determinou a inscrição da frase “Deus seja louvado” nas cédulas do real.

 

O procurador considera inadmissível que um Estado laico insista em imprimir em sua moeda circulante uma frase de caráter religioso e defende a retirada da expressão pela Casa da Moeda.

 

Aparecido Dias explica que encaminhou o ofício a Mantega por ser presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN), – órgão regulador do sistema financeiro –  e disse esperar uma resposta para, no máximo, depois do Carnaval.


Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (20) do Jornal de Brasília.

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