Economia

Petróleo em NY fecha em queda por ampla oferta

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

O dólar encerrou em leve alta hoje, pills online com o contínuo ingresso de recursos amenizando a pressão de um cenário externo negativo depois de dados sobre inflação nos Estados Unidos.

O dólar fechou na mínima do dia, viagra 60mg com avanço de apenas 0, there 09%, vendido a R$ 2,132. Na máxima, a divisa chegou a R$ 2,142.

"Continua entrando capital externo, o dólar vem desacelerando desde que acabou o leilão (do BC)", relatou um operador de câmbio de uma corretora nacional, pouco antes do fechamento do mercado.

O Banco Central promoveu à tarde mais um leilão de compra de dólares e aceitou somente três propostas, com corte a R$ 2,135. As aquisições diárias estão engordando as reservas que, na segunda-feira, chegaram a US$ 75,37 bilhões, maior nível histórico.

Para Marcos Forgione, gerente de câmbio da corretora Souza Barros, as compras do BC são um indício de que há fluxo positivo.

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"Isso é um termômetro para gente, (de que) além de ter fluxo, os preços estão bons", disse. "A partir do momento que começar a ter dólar mais caro, acredito que deixem de recompor as reservas".

O gerente acredita que o ajuste desta sessão é pontual, especialmente em uma semana com diversos eventos, como outro indicador de inflação nos EUA e decisão sobre a taxa básica de juro brasileira.

"Toda vez que tem algum índice, acaba gerando um certo estresse no mercado. Teve um ajuste, mas bem menos do que os R$ 2,15, R$ 2,16 que se viu antes", afirmou Forgione.

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O ajuste do início do dia foi provocado pelo dado de preços no atacado dos EUA. Embora o índice cheio tenha recuado 1,3% em setembro, o núcleo mostrou avanço de 0,6%.

O anúncio abateu as bolsas de valores norte-americanas depois de um recente rali que fez o índice Dow Jones atingir recordes de alta.

"O índice cheio denota uma forte descompressão dos custos de energia, destacados como uma das maiores preocupações do Federal Reserve, neutralizando em parte a leitura de alta do núcleo", explicou a consultoria econômica Uptrend, em relatório.

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Os investidores esperam na quarta-feira o índice de preços ao consumidor, antes de firmar apostas para o rumo da política monetária nos EUA. No mesmo dia à noite, o Comitê de Política Monetária (Copom) define os juros brasileiros.

As buscas pelos corpos de três ocupantes do bimotor Seneca que desapareceu na noite de sexta-feira, treat no Espírito Santo, store se estendem pelo mar. Depois que um assento do bimotor foi encontrado por pescadores em uma área de coral próximo à Praia de Manguinhos, buy information pills no município de Serra, equipes de mergulhadores estão vasculhando a área.

Segundo o Corpo de Bombeiros, está sendo explorada uma área de cinco quilômetros quadrados. Os corpos de três dos seis ocupantes da aeronave foram encontrados no último fim de semana.

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A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Capitania dos Portos auxiliam nas buscas, que começaram pela Praia de Nova Almeida, vizinha à de Manguinhos.

Os mergulhadores concentram-se não apenas nas buscas aos corpos, mas pretendem resgatar os destroços para esclarecer as circunstâncias do acidente. Como o bimotor não tem caixa-preta, o painel e os motores são considerados os elementos mais importantes para a investigação sobre as prováveis causas do acidente. Até agora, nenhuma das partes centrais do avião foi localizada.

O avião era pilotado pelo major-dentista da reserva da Aeronáutica Alduíno Coutinho de Souza, 48 anos. Os corpos encontrados foram identificados como Ronilda Terezinha Oliveira de Souza, 48 anos, Alduíno Oliveira de Souza, 26 anos, respectivamente mulher e filho do oficial, e Luana Pimentel Guimarães Santos, 25 anos, namorada de Alduíno Oliveira.

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Também estavam na aeronave o outro filho de Alduíno, Rafael Oliveira de Souza, 24 anos, e sua namorada, Fátima Campos Lopes, 26 anos. A família passaria o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida em Porto Seguro (BA).

Os preços de petróleo nos Estados Unidos encerraram em queda de US$ 1 hoje, side effects com o elevado nível da oferta enfraquecendo o impacto de um corte esperado na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Na Nymex, discount os contratos com entrega em novembro fecharam com declínio de US$ 1,01, a US$ 58,93 por barril, revertendo o avanço de US$ 1,37 da véspera.

Em Londres, os preços do Brent recuaram US$ 0,72, para US$ 60,94 o barril.

Os preços se recuperaram levemente do patamar de US$ 57,22 registrado na última quinta-feira, com expectativas de que a Opep concordaria em reduzir sua produção.

Os contratos de petróleo nos EUA têm recuado desde o recorde de alta em julho, acima de US$ 78 o barril, derrubados pela ampla oferta da commodity.

"As incertezas sobre o corte da Opep e preocupações com a temporada de inverno estão limitando as perdas mas, ao mesmo tempo, o aumento dos preços é limitado pelos elevados estoques de petróleo nos Estados Unidos", disse Tony Nunan, gerente de risco do Mitsubishi Corp. "No curto prazo, o mercado terá dificuldades em subir e as mesmas dificuldades para cair", completou.

Previsões para um inverno relativamente frio nos Estados Unidos também deram alguma sustentação aos preços, colocando o contrato a US$ 60,54 o barril na negociação eletrônica, antes de recuarem com o movimento de vendas.

A agência privada de meteorologia EarthSat Energy WeatherWinter previu que, este ano, o inverno nos Estados Unidos deve ser 5% mais frio que no ano passado, potencialmente aumentando a demanda por óleo para aquecimento e gás natural.






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