Economia

Europa pressiona Brasil a aceitar pneus usados por meio da OMC

Por Arquivo Geral 29/06/2006 12h00

A economia norte-americana cresceu no ritmo mais forte em dois anos e meio no primeiro trimestre de 2006, order ambulance saltando 5, sales buy 6%, de acordo com números revisados divulgados hoje pelo Departamento de Comércio dos EUA.

Os dados preliminares, anunciados em maio, apontavam um crescimento de 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

O novo resultado superou levemente as expectativas de economistas de Wall Street, que previam uma expansão de 5,5%.

O crescimento do primeiro trimestre ficou bem acima do 1,7% registrado nos últimos três meses do ano passado. Foi a maior leitura desde a alta de 7,2% no terceiro trimestre de 2003.

 

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Atualizada às 12h02

Israel prendeu um terço do gabinete palestino hoje, online investindo contra o governo liderado pelo Hamas ao mesmo tempo em que amplia a ofensiva militar na Faixa de Gaza para libertar um soldado seqüestrado.

A secretária de Estado dos EUA, drugs Condoleezza Rice, e outros chanceleres do Grupo dos Oito (G8), disseram em um comunicado conjunto que as prisões na Cisjordânia ocupada levantavam "preocupações específicas". Eles pediram às forças israelenses em Gaza que mostrassem comedimento.

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Centenas de palestinos portando fuzis automáticos e armas antitanque assumiram posições esperando que Israel abra uma segunda frente na ação, iniciada ontem, quando tanques e soldados ingressaram no sul do território.

Uma ae ronave israelense disparou um míssil contra um veículo que levava um importante militante do grupo Jihad Islâmica, ferindo-o levemente, contaram testemunhas. O ataque aconteceu na cidade de Gaza. Enquanto isso, homens mascarados abriram com explosivos um buraco de quatro metros de largura no muro que separa Gaza do Egito.

Os Comitês de Resistência Popular (PRC), um dos grupos militantes acusados de terem sequestrado o soldado Gilad Shalit, divulgou um comunicado criticando Israel e prometendo não dar informações sobre se o militar estava vivo ou morto.

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Segundo a Rádio Israel, Yuval Di skin, chefe do Shin Bet (serviço secreto israelense), avisou o presidente palestino, Mahmoud Abbas, no dia do seqüestro: "Se o soldado não for entregue dentro de 24 horas, Israel não permitirá que o governo palestino sobreviva".

Em uma clara ameaça à Síria e a Khaled Meshaal, líder do Hamas que vive no país árabe, aviões de guerra israelenses passaram perto de um dos palácios do presidente Bashar al-Assad ontem. Uma autoridade síria afirmou que a Força Aérea do país disparou contra os aviões.

Preparando-se para realizar uma ofensiva na parte norte da Faixa de Gaza, região utilizada pelos militantes para disparar foguetes de fabricação caseira contra Israel, aviões israelenses espalharam panfletos sobre a área pedindo aos moradores que evitem pontos sujeitos a ataques.

Em uma operação realizada à noite na Cisjordânia ocupada, soldados prenderam o ministro palestino das Finanças, Omar Abdel-Razeq, e sete outros integrantes do gabinete de governo – ou um terço do ministério do Hamas –, junto com quase 20 parlamentares do grupo, afirmaram autoridades palestinas.

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"Isso é uma ação pré-planejada para destruir a Autoridade Palestina, o governo e o Parlamento e para colocar o povo palestino de joelhos", afirmou Mushir al-Masri, um parlamentar do Hamas.

Alimentando ainda mais as tensões, o corpo de um colono judeu de 18 anos, Eliyahu Asheri, foi encontrado perto de Ramallah. O PRC assumiu a responsabilidade pelo assassinato.

Cinco dos membros do governo palestino foram detidos em um mesmo hotel de Ramallah. Ahmed al-Najjar, um recepcionista do hotel, disse que estava dormindo quando os soldados chegaram, depois da meia-noite, exigindo a lista de hóspedes antes de levarem embora, sob a mira de armas, os integrantes do Hamas.

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Israel disse que, no total, 64 autoridades do Hamas foram detidas e prometeu prender outros membros do grupo militante, que defende a destruição do Estado judaico.

"Os fatos ocorridos recentemente, em especial os dos últimos dias, provam que o resultado das eleições para a Autoridade Palestina traduziu-se em uma política de governo de terrorismo", afirmou o Ministério das Relações Exteriores de Israel em um comunicado.

Jacob Dalal, porta-voz das Forças Armadas, disse: "Eles não estão sendo usados como moedas de troca. Trata-se de pessoas com um passado terrorista, que possuem acusações contra elas".

Masri considerou as prisões uma declaração de guerra. Israel, que saiu da Faixa de Gaza quase um ano atrás, considera o Hamas responsável pelo seqüestro do soldado Shalit, de 19 anos. O militar foi levado durante uma ação realizada no domingo.

Líderes políticos do Hamas afirmam não ter se envolvido no planejamento do ataque realizado pelo braço armado do movimento e por outras duas facções de militantes. Outros dois soldados e dois agressores morreram na ação.

Dirigentes israelenses deram pistas de que lideranças do Hamas na Faixa de Gaza, entre as quais o primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, podem ser assassinadas se Shalit não for libertado.

O grupo Hamas subiu ao poder depois de vencer as eleições parlamentares de janeiro. O grupo militante rejeitou até agora as exigências feitas por potências ocidentais para que reconheça o Estado judaico, renuncie à violência e aceite os ac ordos de paz já firmados.

Por enquanto, as forças israelenses envolvidas na ofensiva não entraram em choque com os militantes palestinos, mas ataques aéreos realizados por Israel já destruíram pontes e cortaram o fornecimento de água e luz para os 1,4 milhão de moradores da Faixa de Gaza.

 

A distância entre as posições dos principais participantes das negociações globais de comércio parece estar aumentando em vez de se encaminhar para um estreitamento que permita um acordo, capsule disse hoje o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

"Eu tenho a impressão que a distância entre as posições, na realidade, aumentou, ou pelo menos as posições ficaram mais rígidas", disse Amorim a jornalistas.

O ministro está em Genebra para um encontro de representantes dos países-membros da OMC (Organização Mundial de Comércio) destinado a fechar um acordo sobre produtos agrícolas e bens industriais, dois dos pilares principais da Rodada de Doha, que se mantém estagnada devido às diferenças entre as partes.

Atualizada às 12h15

O Produto Interno Bruto (PIB) somou R$ 478, viagra approved 9 bilhões no primeiro trimestre, buy more about frente a R$ 438, see 2 bilhões em igual período do ano passado, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dessa variação, R$ 15,1 bilhões referem-se ao aumento na produção de bens e serviços e R$ 25,6 bilhões, a maior parte, correspondem a aumento de preços de 5,6%. "A média geral de preços da economia subiu mais no primeiro trimestre deste ano do que no primeiro trimestre do ano passado", afirmou Maria Laura Muanis, coordenadora de contas trimestrais do IBGE.

O PIB da agropecuária ficou em R$ 34,7 bilhões, o da indústria, em R$ 168,5 bilhões, e o de serviços, em R$ 248,3 bilhões.

O IBGE informou também que a taxa de investimento avançou a 20,4% do PIB – a mais alta para um primeiro trimestre desde 2001.

Já a taxa de poupança recuou para 21,6% do PIB, a menor desde o primeiro trimestre de 2003, ante 22,4% do PIB no primeiro trimestre do ano passado.

"O consumo das famílias e do governo cresceu 4% e 1,6%, respectivamente… O consumo total, em termos nominais, cresceu 10,6%, enquanto o PIB em valores nominais cresceu 9,3%", acrescentou a coordenadora. "Ou seja, a poupança é um resíduo. Com o consumo crescendo, sobra menos para poupar."

O IBGE apontou ainda que a capacidade de financiamento da economia nacional ficou em R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre, bem abaixo dos R$ 7,2 bilhões em igual período do ano passado.

Esse recuo foi atribuído, sobretudo, à redução do saldo externo e ao crescimento das remessas de lucros e dividendos. "A redução do saldo externo está diretamente ligada ao câmbio, que estimula importações. Além disso, o envio de lucros e dividendos é um reflexo do aumento do investimento estrangeiro no Brasil nos últimos tempos", disse Cláudia Dionísio, também coordenadora de contas trimestrais do IBGE.

"Com o passar do tempo, os estrangeiros que investiram aqui estão enviando seus lucros."

Ela observou que o aumento das remessas também está ligado ao crescimento da lucratividade das empresas e à queda do dólar.

 

O Grupo dos Oito disse hoje que quer uma resposta "clara e substancial" do Irã já na próxima semana para a oferta relativa ao programa nuclear de Teerã.

"Estamos desapontados com a falta de uma resposta oficial do Irã para a proposta. Esperamos ouvir uma resposta clara e oficial do Irã a essas propostas na reunião agendada com Javier Solana, and no dia 5 de julho, viagra 40mg para trazer essas discussões a uma conclusão rápida", informou um comunicado dos chanceleres do grupo.

O documento se referia a um encontro agendado entre o chefe da política externa da União Européia (UE), Javier Solana, e o principal negociador nuclear do Irã, Ali Larijani.

O Irã pode ser capaz de fabricar uma bomba atômica por volta de 2009 se conseguir, pill neste ano, montar as bases para produzir urânio altamente enriquecido, afirmou um ex-inspetor da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em um artigo a ser publicado na edição de julho/agosto do Boletim dos Cientistas Atômicos, o físico norte-americano David Albright apresentou seu "cenário mais pessimista". Para isso, ele cita avaliações científicas e diplomáticas sobre o progresso recente do Irã na operação das centrífugas usadas para enriquecer o urânio.

"Olhando para a linha do tempo dos últimos três anos, ainda há espaço para adotar medidas diplomáticas agressivas (contra o programa iraniano) e para que tenham efeito medidas como sanções, se elas se mostrarem necessárias", escreveu Albright. "De outra forma, corremos o risco de ver um abalo profundo no balanço de poder da região", alertou ele a respeito do país islâmico, um arquiinimigo dos EUA desde 1979.

O chefe dos serviços de inteligência norte-americanos, John Negroponte, afirmou no início do mês que o Irã poderia ter uma bomba por volta de 2010. Para ele, os iranianos pareciam determinados a obter o arsenal, "apesar de não termos dados claros a esse respeito". Outras estimativas chegam a falar em até uma década.

O governo iraniano afirma que deseja dominar a tecnologia nuclear com o fim exclusivo de produzir eletricidade, não armas, como suspeitam países do Ocidente.

Investigações realizadas pela ONU não conseguiram provar até agora que o Irã possua um projeto secreto e paralelo para a fabricação de bombas. Em fevereiro, o país cancelou as inspeções surpresa realizadas pelos agentes estrangeiros, o que dificulta o trabalho deles.

Prestando depoimento há cerca de uma hora no Tribunal do Júri do DF, ampoule o ex-assessor parlamentar João Xavier Riberio assumiu o assassinato do professor do Iesb Elídio Gonçalves, mas alegou legítima defesa da honra. Ele afirmou que cometeu o crime porque a esposa, Roseni Miranda Ribeiro, o traía com Elídio.

Numa atitude que causou indignação em parte da platéia, João Xavier reiterou que foi o responsável por conseguir todos os empregos da esposa e que a fez voltar a estudar. De acordo com a acusação, ele pretende usar a imagem de bom marido para sensibilizar os jurados.

Pouco antes de o julgamento começar, houve princípio de confusão na porta do tribunal. Um grupo de feministas foi impedido pelo juiz do caso, João Egmont Leôncio Lopes, de entrar com camisetas e faixas. O magistrado alegou que qualquer manifestação poderia interferir na decisão dos jurados.

Leia também:
Começa o julgamento do acusado de matar professor do Iesb

 

O lobby pela regulamentação da importação de resíduos sólidos vem também de fora do país. A União Européia tem interesse em se desfazer de seus pneus usados, information pills já que uma lei proíbe que eles sejam depositados em aterros sanitários. Para isso, try o bloco está usando a Organização Mundial do Comércio (OMC) para pressionar o Brasil. O País, pill por sua vez, tem acionado freqüentemente a entidade para combater os subsídios agrícolas dos países europeus.

No Brasil, apesar de a importação de bens usados ser proibida por resoluções, 11 milhões de pneus usados entram no país todo ano, com base em liminares judiciais. A União Européia, que descarta 80 milhões de carcaças de pneu por ano, briga na OMC pelo direito de enviar suas unidades usadas para o Brasil.

O País é um farto mercado potencial para os pneus europeus, poque possui a maior população e a maior frota de veículos entre os países em desenvolvimento. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), como o pneu não é biodegradável, a importação aumenta o volume de resíduos e o passivo ambiental no País. Além disso, viram lixo logo porque só podem ser reformados uma vez.

O MMA argumenta que a regulamentação da importação favoreceria apenas a União Européia. Na opinião da representante do Instituto Sócio Ambiental (ISA), Adriana Ramos, a compra de pneus lembra "a pior forma de colonialismo", em que os países europeus obrigavam suas colônias a comprarem produtos que não lhes servia.

Para o deputado Ivo José (PT-MG), autor do projeto de regulamentação, a idéia não é tornar o Brasil uma "lixeira". Ele argumenta que alguns resíduos de processos industriais são matérias-primas estratégicas no Brasil, pois o pneu pode ser utilizado para fazer asfalto.

Mas, para o ISA, o problema vai além da destinação final. Esse materiais, lembra o instituto, viram criadouros de mosquitos transmissores de dengue e febre amarela. Segundo estudo realizado em 2003 pelo Ministério da Saúde, os pneus eram o principal foco do mosquito Aedes Aegypti em 284 dos 1.240 municípios pesquisados. Em 491, eram o segundo foco e em 465, o terceiro.

"É importante que a sociedade procure saber o que está acontecendo e quais são os prejuízos à saúde e ao meio ambiente para que possam reivindicar que as empresas tenham uma atitude correta de recolhimento desses pneus", avalia Adriana, do ISA. Segundo ela, é necessário investir no processo de recolhimento e em tecnologias para melhorar o aproveitamento dos resíduos.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados e da empresa BS Colway, Francisco Simeão, acredita que a regulamentação seria importante para obrigar os empresários a fazer o recolhimento. Segundo ele, muitos deixam de fazê-lo por não haver uma legislação específica.






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