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Economia

Débora Freire defende inclusão e redução de desigualdades

Em seminário em Manaus, a secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda relacionou desenvolvimento sustentável, igualdade de gênero e políticas públicas mais inclusivas.

Redação Jornal de Brasília

24/06/2026 18h07

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Crédito: COFECON/divulgação

A secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, afirmou na quinta-feira (18/6), em Manaus (AM), que a reorientação das políticas públicas para promover o desenvolvimento sustentável é fundamental para o combate às desigualdades no país.

A declaração foi feita durante o IV Seminário Nacional da Mulher Economista e Diversidade – Protagonismo da Mulher: Empreendedorismo, Educação e Sociedade, promovido pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon) e pelo Conselho Regional de Economia (Corecon-AM/RR). O encontro reuniu especialistas para debater a participação das mulheres na economia, no empreendedorismo, na educação e na sociedade.

Débora destacou políticas federais voltadas à promoção da igualdade de gênero, entre elas a lei de igualdade salarial para postos com as mesmas funções, a cota mínima para representação em conselhos estatais e a meta de participação de mulheres na alta gestão. Ela afirmou ainda que essa prioridade também aparece na estrutura do Ministério da Fazenda, que, segundo disse, tem uma equipe de alta gestão totalmente paritária.

A secretária também apresentou a Taxonomia Sustentável Brasileira, implementada desde 2023, como um instrumento para orientar políticas econômicas, fluxos de capitais e investimentos para uma economia mais sustentável. Segundo ela, sustentabilidade também está associada à redução de desigualdades, inclusive as de gênero e de raça.

Outro tema abordado foi o Plano de Transformação Ecológica, coordenado pelo Ministério da Fazenda. Débora afirmou que a estratégia vai além da transição energética e incorpora ações voltadas à inclusão social, à redução de desigualdades e à melhoria da qualidade dos empregos. Entre as iniciativas citadas, mencionou a emissão de títulos sustentáveis e o Eco Invest Brasil.

Ela defendeu ainda que a diversidade contribui para o aprimoramento das políticas públicas, por permitir melhores diagnósticos, políticas mais eficazes e instituições mais representativas.

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