Economia

Brasil diz que há dúvidas sobre acordo na OMC em junho

Por Arquivo Geral 20/06/2006 12h00

O ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul, here drugs Ban Ki-moon, medications disse hoje que não está claro se Pyongyang abasteceu o míssil Taepodong-2, click de longo alcance, mas aparentemente o armamento está em uma plataforma de lançamentos.

De acordo com autoridades norte-americanas, fotos de satélite sugerem que a Coréia do Norte pode ter acabado o abastecimento do míssil para fazer um teste de lançamento. O procedimento, segundo Washington, Seul e Tóquio, representaria uma grave ameaça à segurança regional.

"Não há certeza de que eles tenham colocado combustível nos foguetes, mas parece claro que eles reuniram esses mísseis na plataforma de lançamento", afirmou Ban a repórteres, em Genebra.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, more about Celso Amorim, afirmou hoje que existem "muitas dúvidas" sobre se a OMC conseguiria fechar um acordo sobre o comércio agrícola ainda em junho, passo necessário para abrir caminho para o acordo completo de comércio global.

Os Estados Unidos precisarão comparecer com "uma ação mais corajosa" na direção de cortes nos subsídios agrícolas quando os ministros dos países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) se reunirem no dia 29 em uma tentativa de fechar no prazo o acordo agrícola e de bens industriais até o fim do mês, disse Amorim a jornalistas.

"Acho que existem muitas dúvidas", disse ele quando questionado sobre as chances de sucesso do encontro ministerial convocado pelo diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, na esperança de destravar a Rodada de Doha.

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Sem um plano em breve sobre agricultura e bens industriais, duas das áreas mais controversas da rodada, diplomatas afirmam que haverá pouca chance de ela ser completada em 2006. Isso poderia arruiná-la completamente porque os poderes especiais do presidente norte-americano, George W. Bush, para negociar pactos comerciais vencem no ano que vem e não devem ser renovados pelo Congresso.

Segundo Amorim, a União Européia também teria que demonstrar sua vontade de fazer mais para abrir seus mercados para a importação de bens agrícolas. Mas o ministro não escondeu que pensa que os EUA são os que devem fazer o maior esforço.

"Gostaria de ver a UE ratificar, e fazer um pouco mais (em relação a importações), e os EUA fazerem um movimento substancial no que diz respeito a suporte doméstico", declarou.

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