Economia

ANP negocia repasse pela Petrobras de pequenos campos maduros

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

O terremoto de domingo passado no Havaí, approved pills o mais violento no arquipélago em duas décadas, dosage deixou mais de 40 milhões de dólares em prejuízos, segundo estimativas preliminares divulgadas na terça-feira.

As autoridades locais disseram que a cifra pode subir conforme a Cruz Vermelha, os órgãos federais de emergência e as equipes de engenheiros percorrem as ilhas para avaliar danos a estradas, pontes, escolas e outros edifícios.

O terremoto de magnitude 6,7 não provocou mortos nem feridos, mas vários tremores secundários (o pior deles de magnitude 4, no amanhecer de terça-feira) mantêm os havaianos apreensivos.

Vindel Hsu, geofísico do Centro de Alertas de Tsunamis do Pacífico, em Honolulu, disse que os tremores secundários não têm força suficiente para provocar um maremoto.

A maior das ilhas do Havaí, chamada de Ilha Grande, que recebe muitos turistas, foi a mais atingida. Sete escolas foram gravemente afetadas, e o porto de Kawaihae foi fechado.

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A Agência Nacional do Petróleo, cialis 40mg Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está negociando com a Petrobras a transferência para a agência de concessões de mais de 100 pequenos campos maduros, website que correspondem a cerca de 0,6 por cento da reserva nacional comprovada de petróleo.

De acordo com o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, ainda não foi discutida qual seria a compensação para a estatal ceder seus direitos, mas a autarquia avalia que as duas partes devem chegar a um acordo e com isso disponibilizar as áreas para pequenos produtores.

"Podemos entrar em um entendimento com a Petrobras… a empresa é de capital aberto mas tem a direção estatal", afirmou a jornalistas o diretor-geral, ressaltando que dificilmente a compensação seria financeira. "Pode ser outra coisa", disse, sem dar detalhes.

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Ele informou que o Brasil tem cerca de 23 mil poços de petróleo perfurados, o equivalente ao índice anual de perfuração do Canadá e bem menos do que é feito nos Estados Unidos.

A agência, junto com uma universidade da Bahia, está realizando estudos para viabilizar a atuação de pequenos produtores no país e opera um campo-escola na Bahia, que foi reativado com tecnologia local e hoje está em produção.

"Investimos 100 mil reais no poço e hoje já temos 30 barris por dia", informou.

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Segundo Lima, as negociações com a Petrobras estão avançadas e se as áreas seriam oferecidas ao mercado em uma mini rodada de licitações, a exemplo do que já foi feito em meados de 2005 com concessões da ANP, quando foram oferecidas 17 pequenas áreas inativas e em junho deste ano, uma oferta de 14 campos.

"Com as rodadinhas o nosso objetivo é dar o "start" no Brasil do surgimento de pequenos e médios produtores… o campo-escola na Bahia mostra que é possível reativar o poço e produzir", afirmou.

Oitava

Este ano a ANP realiza a oitava rodada de licitações de áreas petrolíferas e de gás natural no país, e já planeja a realização de uma nona no primeiro semestre de 2007.

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"O governo está querendo antecipar para o primeiro semestre… este ano queriam realizar em agosto, mas atrasou", informou Lima.

A 8a rodada será realizada nos dias 28 e 29 de novembro, no Rio de janeiro, e serão ofertados 284 blocos em 14 setores, sendo 12 marítimos e dois terrestres, todos focados em áreas com grande potencial de gás natural e petróleo leve, de mais valor no mercado.

O foco em gás, segundo Lima, tem por objetivo tornar o país independente da Bolívia no abastecimento do mercado brasileiro. A agência havia selecionado mais de mil blocos para a licitação deste ano, mas o volume foi reduzido para aumentar as chances de exploração e produção de gás, admitiu o diretor.

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"Tem relação direta com a crise da Bolívia, já estávamos com todo o estudo pronto quando o governo nos chamou para discutir o novo foco em gás", disse Lima.

O número de blocos corresponde a uma área de 101 mil quilômetros quadrados, bem abaixo dos 247 mil quilômetros quadrados oferecidos na rodada anterior. A área supera apenas as segundas e terceiras licitações, quando foram oferecidas 59 mil e 89 mil quilômetros quadrados, respectivamente.

De acordo com Lima, pela falta de tempo a ANP não modificou questões relevantes como uma melhor maneira de aferir o cumprimento do quesito conteúdo nacional, o que ficará para a nona rodada, mas conseguiu alterar pelo menos a limitação de ofertas para cada área, que vão variar em cada bacia.

"Ninguém poderá ter mais de "x" ofertas para determinado setor, isso vai aumentar a concorrência e fará as empresas programarem mais a estratégia", avaliou.

O edital da oitava rodada está disponível no site da ANP (www.anp.gov.br).






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