Dez pontos na atual temporada, na qual está no oitavo lugar atrás de equipes como a RBR e à frente apenas das lanterninhas Toro Rosso, Midland e Super Aguri. Não parece, mas é a campanha da Williams, a mesma equipe que dominou a década de 90 na Fórmula 1. Com uma performance bem aquém do esperado, o time de Sir Frank Williams tenta reagir na reta final da temporada, mas será que conseguirá?
Segundo o australiano Mark Webber, primeiro piloto da escuderia, conseguirá. Aliás, está conseguindo. Webber garante que a Williams está em evolução, mas a falta de sorte tem impedido a equipe de mostrar o real potencial em 2006.
“Nossos resultados não refletiram isso em Magny-Cours, já que eu não terminei a corrida com problemas de pneu e o Nico (Rosberg) largou com uma punição de dez posições. Mas estamos melhorando nosso desempenho”, garantiu Webber. “É frustrante, seria bom começar a andar um pouco mais na frente. Mas vai ser o que vamos tentar ao máximo na Alemanha.”
Com uma escuderia que não marca pontos desde maio, o australiano espera uma corrida com temperaturas elevadas fora da pista. Dentro, ele descreve Hockenheim como um traçado “desinteressante” e aposta em nova vitória de Michael Schumacher, para delírio dos fãs alemães.
“A pista em si não tem uma característica e não é um dos lugares mais empolgantes para se visitar. De qualquer maneira, ela tem nos privilegiado com algumas corridas interessantes nos últimos anos, graças à longa reta oposta que cai em um hairpin (curva fechada), que dá boas oportunidades de ultrapassagem”, explica.