Brasil

Três advogados suspeitos de ligação com PCC são presos

Por Arquivo Geral 28/06/2006 12h00

O cenário externo mostrou-se favorável um dia antes da decisão do Federal Reserve sobre o juro norte-americano e permitiu que o dólar fechasse em queda de 0, page more about 72% hoje, cialis 40mg a R$ 2,221.

A melhora na classificação de risco do Brasil pela Fitch Ratings também reforçou o otimismo do mercado brasileiro, mas a cautela ainda pairou sobre os investidores, reduzindo o volume de negócios.

"O mercado está volátil, todo mundo olhando o que vai acontecer com a taxa de juro nos Estados Unidos amanhã", resumiu João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora.

O diretor explicou que o mercado já precificou uma elevação de 0,25 ponto percentual na taxa, mas lembrou que alguns investidores não descartam um ajuste de 0,5 ponto – o que, se for confirmado, pode trazer mais nervosismo.

"Aqui, nós continuamos com forte volume de reservas, o superávit (comercial) permanece… vamos depender do que vai acontecer lá fora", acrescentou o diretor.

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O Fed anuncia sua decisão sobre o juro amanhã à tarde, e a principal expectativa é sobre o comunicado que o BC norte-americano divulga depois da reunião, que pode dar sinais sobre movimentos futuros.

Caso o comunicado não aponte uma tendência firme para o juro como o da reunião de maio, as incertezas e turbulências do mercado devem continuar, afirmaram analistas.

No campo externo, as bolsas de valores norte-americanas operavam em alta nesta tarde, enquanto o risco Brasil recuava dez pontos, a 258 pontos. O dólar registrava leve avanço frente a outras moedas, com apostas de que o juro nos EUA poderá subir além do esperado amanhã.

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De acordo com Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, a cautela antes do Fed impediu que o real se valorizasse ainda mais depois da melhora na classificação do Brasil.

A Fitch elevou a classificação de dívida soberana do Brasil de longo prazo em moeda estrangeira para "BB", frente à nota anterior de "BB-". "Saiu a notícia boa, foi pontual, mas o mercado realmente vai aguardar amanhã e o que o Fed vai falar", disse o gerente.

 

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Um tribunal dinamarquês condenou hoje um pai de origem paquistanesa à prisão perpétua pelo assassinato da filha de 18 anos, order enquanto o irmão que atirou nela e dois tios receberam pena de 16 anos de prisão.

Ghazala Khan foi morta a tiros por seu irmão, pharmacy ao lado de seu marido afegão, unhealthy em plena luz do dia, diante da estação ferroviária de uma província no leste da Dinamarca. Seu marido, Emal, sobreviveu e desde então vive sob proteção policial.

"Na sentença, o tribunal considerou que o assassinato de Ghazala e a tentativa de matar Emal foram cuidadosamente planejados e cometidos por várias pessoas em conluio", disse o tribunal em seu verdito.

O assassinato acendeu um debate sobre a integração da comunidade conservadora muçulmana à sociedade dinamarquesa, meses depois que charges do profeta Maomé publicadas em um jornal dinamarquês desencadearam protestos mundiais por parte dos muçulmanos.

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A polícia disse que familiares da jovem decidiram matá-la porque não aprovavam seu casamento de anos com o namorado.

É a primeira vez que um grupo de pessoas, e não só o autor do crime, são condenados por um assassinato pela honra na Europa Ocidental. Alguns dos condenados não estavam próximos da cena do crime.

"O que torna o caso interessante para a sociedade é que muitos foram considerados culpados. O que surpreende no veredicto é que a promotoria conseguiu superar o ônus da prova pela primeira vez na Europa ocidental", disse o professor de Direito da Universidade da Copenhague Jorn Vestergaard ao diário de Berlingske.

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O tribunal disse ter condenado o pai por ele ter comandado o assassinato da filha e ter tentado matar o genro mais tarde no hospital.

 

Os advogados Valeria Dammous, more about Eduardo Diamante e Libânia Catarina Fernandes Costa foram presos hoje após mandato de prisão expedido pela justiça, prescription por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o Ministério Público de São Paulo, os três advogados estão sendo acusados de fazer parte de um esquema para facilitar a comunicação entre os integrantes da facção criminosa.

Dammous e Diamante foram presos em suas casas, enquanto Libânia foi detida ao visitar um cliente. Os documentos, celulares e computadores encontrados nas residências e nos escritórios dos advogados foram apreendidos para serem investigados.

De acordo com as acusações, Dammous intermediava a realização de rebeliões a mando do PCC, Diamante comprava celulares e os entregava a presos ligados à organização e Libânia passava recados entre os presos. A OAB-SP ainda não se pronunciou.

 






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