Brasil

Suzane teria presenciado o sofrimento dos pais

Por Arquivo Geral 22/06/2006 12h00

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que vai investigar a compra fraudulenta e superfaturada de ambulâncias com recursos do orçamento foi instalada hoje com a eleição do presidente. Os senadores escolheram o deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ) por 19 votos dos 22 parlamentares presentes na reunião. O relator é o senador Amir Lando (PMDB-RO).

A primeira reunião da comissão, web this mas conhecida como CPI dos Sanguessugas, this web information pills foi marcada para próxima quarta-feira, 28 de junho. Biscaia disse que a comissão pretende trabalhar em cima da análise de documentos e informou que deve ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), Procuradoria-Geral da República e Polícia Federal para obter o material necessário.

"O essencial é o exame da documentação. Se a origem da verba foi documentada, não há contestação", afirmou o deputado do PT. A CPI terá o prazo de 30 dias para encerrar os trabalhos, podendo ser prorrogado por mais 30.

O relator escolhido, senador Amir Lando, foi presidente da CPI da Compra de Votos, instalada no ano passado. A comissão terminou sem aprovar relatório final. Lando garantiu que a nova comissão terá um relatório dentro do tempo estabalecido.

Ele não vê problemas em relatar os trabalhos, mesmo com o nome do líder do seu partido no Senado, Ney Suassuna, estar envolvido das denúncias. "Tenho compromisso com a verdade", ressaltou.

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A CPI conta com 36 parlamentares titulares. Destes, três aparecem em lista de possível envolvimento na compra fraudulenta de ambulâncias: Mário Negromente (PP), Benedito Lira (PP) e Inaldo Leitão (PL).

O deputado Antonio Carlos Biscaia disse que ainda não tomou conhecimento da lista, mas observou que o "regimento tem regras" em relação a isso. "Não vamos previamente estabelecer nenhum tipo de acusação", pediu.

O senador Amir Lando destacou que não se deve generalizar. "Temos que ver não quem faz emenda, mas quem extrai vantagem dela", disse. Para ele, dizer que todos são culpados sem ter provas é garantir a impunidade. "Porque culpa sem prova garante impunidade."

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O Programa Nacional de Doação de Edições vai distribuir para mil bibliotecas de 800 municípios do país 50 mil livros especializados em teatro, link cinema, information pills artes visuais, dança, circo, fotografia e música. A distribuição ocorre durante o mês de junho e faz parte das comemorações dos 30 anos da Fundação Nacional de Arte (Funarte), ligada ao Ministério da Cultura.

Para o diretor do centro de artes integrado da Funarte, Vitor Ortiz, as doações serão importantes porque as bibliotecas normalmente não possuem publicações especializadas. "É uma oportunidade inédita e histórica de garantir o acesso a um conhecimento um pouco mais especializado que obviamente interessa aos artistas que estão se formando em todos o país", afirmou Ortiz.

Entre as cidades atendidas pelo Programa Nacional de Doação das Edições Funarte estão aquelas que possuem sítios históricos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional, as capitais e cidades-sede das universidades federais.

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O principal argumento da promotoria no julgamento de Suzane von Richthofen, thumb 22 anos, approved será de que ela teria participado ainda mais do assassinato de seus pais, viagra order Manfred e Marísia. A hipótese está no depoimento de Cristian Cravinhos, primeiro a confessar a participação no crime.

De acordo com ele, Suzane trouxe a jarra com água para molhar as toalhas usadas para matar o casal. Uma delas serviu para que os irmãos Cravinhos sufocassem Marísia, que ainda estaria viva mesmo depois dos golpes. A outra foi utilizada para cobrir o rosto de Manfred. Esse relato acaba com a versão de Suzane, que diz ter ficado na biblioteca, com os ouvidos tampados enquanto seus pais eram assassinados.

Ainda segundo Cristian, Suzane e Daniel Cravinhos queriam montar um negócio com a herança herdada pela jovem. Daniel também seria o responsável pela confecção dos porretes que mataram o casal.

O advogado dos irmãos, Geraldo Jabour, foi autorizado pelo juiz Alberto Anderson Filho, do 1º Tribunal do Júri, a se encontrar com seus clientes no Fórum da Barra Funda. Isso se ele não conseguir falar com Cristian e Daniel reservadamente no presídio de Pinheiros.

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Com a medida, o juiz pretende evitar desculpas para a não realização do julgamento. Segundo ele, é normal que advogados não queiram falar com seus clientes por interfone, em meio a outros presos.






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