A seleção feminina de basquete começou a segunda semana de treinamentos para a Copa América, realizada em Cuiabá de 23 a 27 de setembro. Por enquanto, o técnico Paulo Bassul ainda observa as jogadoras convocadas para decidir quais formarão o grupo que vai à capital mato-grossense.
Entre as mais experientes está a ala/armadora Karla, que vê a chance de jogar em casa como um incentivo extra para permanecer na seleção. “Jogar em casa é sempre maravilhoso. Tive esse gostinho quando joguei o Mundial Juvenil em Natal, em 1997. A competição era de base, mas tinha um sabor de adulto, porque o ginásio estava sempre lotado”, diz. “Estou trabalhando forte, me dedicando aos treinamentos, para poder ficar no grupo e sentir essa mesma sensação na Copa América”.
Com a experiência de duas Olimpíadas, Atenas-2004 e Pequim-2008, a atleta sabe que este é o momento em que os treinamentos são mais importantes. “Estamos trabalhando bastante a parte de habilidade e passe. Os técnicos estão de olho nos nossos pontos fracos, nos corrigindo, para que possamos ter mais acertos do que erros no futuro”, afirma.
Outro ponto destacado por Karla é a presença de jogadoras que ainda não estão habituadas às convocações da seleção: “acho que nesse novo ciclo que estamos entrando, nada melhor do que colocar um gás novo no grupo. Quem está na seleção pela primeira vez, chega muito motivada e cheia de ânimo”.