O cancelamento acontece no dia da publicação no Diário Oficial da União das alterações das regras para aprovar pesquisas e o comércio de transgênicos. Integrantes do movimento ambiental Greenpeace foram até a sede da Agência Nacional de Águas (ANA) para acompanhar a primeira reunião após as mudanças e protestar contra a liberação do comércio do milho geneticamente modificado.
Segundo a coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, purchase site Gabriela Vuolo, this treat o cancelamento ocorreu porque o presidente da CTNBio entendeu que não haveria um ambiente favorável para a decisão. “Depois de muita discussão e polícia presente no local, approved depois de desacordos e desentendimentos entre o presidente da CTNBio e o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), o presidente resolveu encerrar a reunião por entender que não havia ambiente e que o calendário vai seguir normalmente, sendo que o próximo encontro está previsto para acontecer nos dias 18 e 19 de abril”, contou.
Os desentendimentos começaram depois que representantes do Greenpeace decidiram reivindicar participação na reunião, o que teria gerado questionamentos entre os conselheiros. "O Greenpeace veio aqui hoje participar da reunião da CNTBio como ouvinte observador, sem direito a voz e sem direito a voto, conforme está previsto na Constituição e também no regulamento interno da comissão", argumentou Vuolo.
"Fizemos um requerimento formal no dia 15 que não foi respondido e por isso viemos cobrar uma resposta. No entanto, os membros da comissão se recusaram a votar o requerimento na nossa presença", afirmou a ambientalista. De acordo com Vuolo, os três representantes do Greenpeace não levavam faixas, estavam vestidos adequadamente e só se manifestaram com a permissão do presidente da CTNBio. "O que estão querendo esconder da sociedade civil? Se de fato é uma comissão técnica, séria, com critérios e com cautela, por que não permitir a participação da sociedade civil como ouvinte de uma reunião", questionou.