Menu
Brasil

Políticos falham acordo e confirmam exclusão do GP do Canadá

Arquivo Geral

17/11/2008 0h00

“Não pudemos chegar às exigências impraticáveis de (Bernie) Ecclestone”. Foi assim que o governador de Quebec Raymond Bachand anunciou a desistência de Montreal de continuar organizando o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1. Desse modo, a prova está definitivamente fora do calendário da próxima temporada, que se resumirá a apenas 17 lugares.


Alegando falta de um acordo econômico, Ecclestone havia divulgado a saída da tradicional etapa canadense do calendário da Fórmula 1 após 21 anos. Nas últimas semanas, os organizadores da corrida tentaram de várias formas reverter a decisão, mesmo porque, com a exclusão também do GP da França por motivos financeiros, a categoria ficou com apenas 17 provas.


Entretanto, foi anunciado nesta segunda-feira que os pedidos do mandatário britânico, que queria garantias da ordem de US$ 175 milhões pelos próximos cinco anos (R$ 405 mi), não foram cumpridos e, por isso, Montreal realmente não abrigará uma etapa no ano que vem.


“Não pudemos chegar às exigências impraticáveis de Ecclestone, que ignora a situação econômica existente no mundo hoje”, afirmou Bachand, governador da província de Quebec, onde está localizada a cidade. “Estamos muito longe do que ele está pedindo”.


Prefeito de Montreal, Mayor Tremblay lamentou a decisão final, mas garantiu que os políticos tentaram manter a prova de todas as maneiras. “Estamos satisfeito porque tentamos tudo o que era possível (mas) os excessivos custos da Fórmula 1 ultrapassaram nossa capacidade de pagamento”.


 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado