Brasil

Polícia mata 13 após tentativas de ataque do PCC na Grande São Paulo

Por Arquivo Geral 26/06/2006 12h00

A elevada demanda de cocaína na Europa, web prostate o fornecimento e o consumo de maconha e o abastecimento de heroína proveniente do Afeganistão são alguns dos sérios desafios das ações para controlar o tráfico de drogas, mostrou hoje um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o relatório anual da Agência das Nações Unidas contra as Drogas e o Crime (Unodoc, na sigla em inglês), na Europa, muitos profissionais e pessoas com grau superior consomem cocaína , mas freqüentemente negam ser dependentes.

O documento também destacou que "o uso abusivo de drogas por pessoas famosas, muitas vezes sem a crítica dos meios de comunicação, deixa os jovens confusos e vulneráveis".

O relatório revelou que a maconha foi utilizada por um número estimado de 162 milhões de pessoas ao menos uma vez em 2004, ou aproximadamente um quarto da população mundial com idades entre 15 e 64 anos. O documentou ressaltou, ainda, que o consumo continua aumentando.

"Os traficantes investiram bastante nos esfor ços para aumentar a potência da maconha, tornando-a mais atraente", revelou o documento. "À medida que os cartéis criminosos abrem novas rotas de tráfico, em especial em direção à União Européia, países no Caribe e no oeste e no centro da África estão ficando para trás", acrescentou.

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A produção de ópio no Afeganistão diminuiu no ano passado pela primeira vez desde 2001, quando foi derrubado o regime do Talibã. No entanto, a prática pode crescer novamente neste ano em vista do clima caótico que continua a imperar no país.

O cultivo de papoula também caiu no ano passado, em cerca de 21%, devido a ação das forças do governo e ao incentivo dado a agricultores para se dedicarem a outros cultivos. O Afeganistão produz 90% do ópio e da heroína consumidos no mundo.

"No entanto, a situação das drogas no Afeganistão continua sendo vulnerável devido à pobreza disseminada, à falta de segurança e ao fato de as autoridades não disporem de um controle adequado sobre o território nacional", afirmou Antonio Maria Costa, chefe do Unodoc. "Isso (um novo aumento da produção de ópio) poderia acontecer já em 2006, apesar das operações de erradicação de cultivos de papoula realizadas em grande escala nesta primavera", acrescentou.

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Atualizada às 16h57 

As regras para as eleições de outubro ainda poderão sofrer novas mudanças até o início previsto para as campanhas partidárias, more about no dia 6 de julho. A possibilidade foi cogitada pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Gerardo Grossi, relator da Lei 11.300, conhecida como minirreforma eleitoral.

O TSE realizou hoje uma audiência pública para esclarecer dúvidas e receber propostas dos partidos políticos. Gerardo Grossi vai analisar cada uma das sugestões recebidas e prometeu levá-las à votação dos demais ministros nos próximos dias. "Tudo deve ser feito muito rapidamente. Eu creio que na próxima semana nós teremos essa decisão. O ideal é fazermos isso até o dia 5 de julho", afirmou.

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Entre as dúvidas levantadas pelos representantes dos partidos, boa parte diz respeito às formas de financiamento e de propaganda consideradas regulares segundo a nova legislação. No primeiro caso, foi perguntado ao ministro se todas as despesas de campanha, mesmo as menores, como a compra de lanche para os cabos eleitorais, deveriam ser registradas. Gerardo Grossi disse que o ideal é a apresentação de nota ou recibo, mesmo em compras de baixo valor.

Quanto à propaganda, o ministro foi questionado, por exemplo, sobre a possibilidade de se colocarem placas (de até quatro metros quadrados, conforme aprovado pelo TSE) lado a lado, formando uma só mensagem. "Alguém sugeriu a possibilidade de se juntar várias placas, fazendo um grande outdoor. Pareceu que seria uma fraude", adiantou ele, em entrevista logo após a audiência com os partidos.

Um grupo de artistas aproveitou a ocasião para protestar contra a proibição de showmícios. Carregando cartazes com críticas à lei que proíbe apresentações durante as campanhas, eles disseram que não podiam ser prejudicados pelas irregularidades que aconteceram no Congresso nos últimos meses.

A cantora brasiliense Simone Ribeiro afirmou que a participação de artistas em campanhas, junto com o carnaval e o Ano Novo, é uma das principais fontes de renda da categoria. "A lei foi bastante cruel em relação aos artistas. Os músicos não têm culpa disso que aconteceu, em relação ao caixa dois. Nós estávamos exercendo a nossa profissão, alegrando os showmícios", disse Ribeiro.

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As últimas sessões do TSE no semestre acontecem de quarta a sexta-feira desta semana. No mês de julho, com o recesso do Judiciário, as ditas "férias forenses", sessões extraordinárias poderão ser convocadas para analisar questões de maior interesse.

 

Os juros médios cobrados pelas instituições financeiras caíram em maio e atingiram o menor nível desde setembro de 2002, thumb refletindo os cortes na taxa Selic, symptoms mostraram dados do Banco Central hoje.

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O barateamento do crédito, more about aliado à conjuntura favorável da atividade e ao alongamento dos empréstimos, contribuiu para o crescimento do volume de financiamento com recursos livres, que atingiu no mês 22,1% do Produto Interno Bruto, maior patamar da série do BC, iniciada em junho de 2000.

A taxa média de juros cobrada dos tomadores finais foi de 43,9% ao ano no mês passado, frente a 45% em abril. Em setembro de 2002, os juros médios eram de 43,6%.

Dados preliminares de junho indicam a continuidade do crescimento dos financiamentos, mas também uma elevação da taxa média de juros, fenômeno que o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, atribuiu à volatilidade recente dos mercados que afetou os juros de longo prazo.

"A expectativa é de que a volatilidade diminua", acrescentou Lopes a jornalistas. "Acho que ainda tem espaço (para a taxa cair). A flexibilização da política monetária está se refletindo agora".

Até o dia 12, o volume de crédito com recursos livres subiu 2,4% e a taxa média de juros estava em 43,7% ao ano.

A taxa Selic caiu 4,5 pontos desde setembro do ano passado, quando estava em 19,75% ao ano.

Desde então, os juros médios cobrados pelos bancos caíram 4,2 pontos percentuais, de um patamar de 48,1% ao ano, e o spread bancário, que mede a diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados por eles, passou de 29,4% a 28,6%.

Os juros médios para pessoas físicas recuaram a 56,1%, em relação a 57,8% em abril. O custo dos empréstimos para as empresas cederam para 29,7%, ante 30,6% em abril.

Considerando também os créditos direcionados, que, ao contrário dos financiamentos livres, têm suas taxas de juros fixadas em programas governamentais, o volume total das operações realizadas em maio atingiu R$ 654,7 bilhões, o equivalente a 32,6% do PIB.

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Taxa média dos juros cai em maio

Grupos militantes palestinos exigiram hoje que Israel liberte todas as mulheres e menores palestinos detidos em suas prisões, ampoule em troca de informações sobre um soldado israelense sequestrado por atiradores perto da Faixa de Gaza.

A "Declaração Militar 1", feita pelas Brigadas Izz el-Deen al-Qassam, do Hamas, pelos Comitês de Resistência Popular e pelo Exército Islâmico, foi divulgada depois de o premiê israelense, Ehud Olmert, ter colocado o Exército em prontidão para uma grande ofensiva na Faixa de Gaza.

"A Ocupação (Israel) não conseguirá nenhuma informação sobre seu soldado desaparecido se não cumprir o seguinte: libertar todas as prisioneiras das prisões israelenses, e as crianças de menos de 18 anos", afirmou a declaração.

Um porta-voz das Brigadas Qassam disse que a declaração não quer dizer que o braço armado do Hamas ou algum dos dois outros grupos estejam com o cabo Gilad Shalit sob sua custódia.

"Estamos tratando de trazer Gilad para casa. Não temos intenção de negociar com o Hamas nem de fazer troca de prisioneiros", disse o ministro da Justiça, Haim Ramon, acrescentando que Israel acredita que o soldado esteja vivo, embora possa estar ferido.
Olmert advertiu para a realização de uma "operação abrangente e prolongada" após a ofensiva de domingo, na qual atiradores de três grupos militantes palestinos se infiltraram em Israel por um túnel, matando dois soldados e capturando Shalit. Dois militantes foram mortos.

Israel ameaçou com represálias que podem incluir a reinvasão de Gaza, território desocupado pelos israelenses no ano passado, depois de 38 anos, ou o assassinato de líderes do Hamas.

Soldados e blindados estão mobilizados nas fronteiras com Gaza. A TV israelense mostrou imagens de fileiras de tanques.

"Deixemos bem claro: vamos atingir a todos, não importa quem sejam, e eles sabem disso", disse Olmert num discurso em Jerusalém. "Ninguém vai ficar imune".

Autoridades da área de segurança devem voltar a se reunir amanhã, o prazo final estabelecido pelo gabinete de Olmert, para discutir as opções militares para o caso de o cabo Gilad Shalit, de 19 anos, permanecer em cativeiro.

"As próximas horas são críticas", disse o ministro das Relações Exteriores Tzipi Livni numa reunião com cerca de 60 embaixadores estrangeiros.

Autoridades palestinas disseram que houve negociações com um grupo de militantes que reivindicou a responsabilidade pelo ataque na fronteira, mas não havia sido confirmado que os militantes estão com o israelense.

"Estamos trabalhando pela libertação do soldado sequestrado", disse um mediador sob a condição de permanecer anônimo. "Por enquanto, disseram-nos que o soldado está bem".

Olmert responsabilizou tanto o Hamas quanto o presidente Mahmoud Abbas pelo ataque, eliminando qualquer expectativa de que Israel pudesse retomar o processo de paz com Abbas.

Enviados egípcios estavam interferindo para tentar solucionar a crise. Autoridades palestinas afirmam que Israel mantém presos cerca de 100 mulheres e 300 menores palestinos.

Israel já indicou que, se o recruta não for libertado, pode lançar uma blitz aérea sobre Gaza, atacando líderes do Hamas e a infra-estrutura civil.

Treze pessoas morreram e sete foram presas pela polícia hoje na Grande São Paulo, healing após tentativas de ataques do PCC a centros de detenção provisória da região, and informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado.

A fação criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), pharm responsável pela onda de violência que deixou cerca de 200 mortos em maio no Estado, se dividiu em grupos para atacar os CDPs de São Bernardo do Campo, Diadema, Mauá e Santo André, segundo a secretaria.

Mas os planos de ataques foram interceptados através de grampos telefônicos pela Polícia Civil, que fez campana nos locais de ataque e conseguiu dar voz de prisão aos suspeitos – seis homens e uma mulher.

Segundo a secretaria, 10 homens reagiram à polícia e foram mortos durante troca de tiros em São Bernardo. O mesmo aconteceu em Diadema, matando outros três.

A secretaria informou que todos os mortos e presos tinham antecedentes criminais. Quinze armas de grosso calibre foram apreendidas com os suspeitos.

O governador do Estado, Cláudio Lembo (PFL), confirmou, nesta manhã, as 13 mortes na nova tentativa de ataques por parte do PCC.

"Eles nos ameaçaram no jogo do Brasil da semana passada, mas nós conseguimos que eles não fizessem. Tentaram esta madrugada, mas foram rechaçados duramente. Eles queriam fazer novamente aquelas ações espetaculares, mas foram vencidos", disse o governador a jornalistas no Palácio dos Bandeirantes.

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