Brasil

Polícia Federal prende 32 suspeitos de fraude em licitações da Funasa em Roraima

Por Arquivo Geral 25/10/2007 12h00

A Polícia Federal prendeu 32 pessoas suspeitas de fraude em licitações da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Roraima, sildenafil para serviços de táxi aéreo, treatment obras de engenharia e compra de medicamentos.

Na Operação Metástase, information pills realizada hoje, foram mobilizados 252 agentes. Entre os presos estão servidores da Funasa, sócios e administradores de empresas que participaram das licitações. Segundo o coordenador da operação, delegado Alexandre Ramagem, as fraudes ocorriam desde a divulgação do edital.

“Havia um ajuste de preços para sair vencedora a empresa envolvida no esquema. A partir daí, havia superfaturamento, pagamento por serviço não executado e desvio de verba pública que beneficiava tanto a vencedora quanto as outras empresas, além dos servidores que possibilitavam este tipo de conduta”, explicou.

Os presos responderão por fraude em licitações, formação de quadrilha ou bando, peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e crimes contra as ordens econômica e tributária. Eles foram encaminhados à superintendência da PF em cada estado e, posteriormente, às cadeias públicas em cada cidade. Os mandados de prisão preventiva, por cinco dias, foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Roraima.

A estimativa é de que a organização tenha causado um prejuízo de R$ 34 milhões aos cofres públicos. Além dos mandados de prisão, também foram autorizados outros 46 de busca e apreensão.

Em nota à imprensa, a Funasa informou que as denúncias de formação de cartel pelas empresas que participaram das licitações começaram a ser apuradas por auditoria interna em outubro de 2005. E que os resultados foram encaminhados ao Ministério Público Federal em junho do ano passado.

A Funasa explica ainda, na nota, que entre 2005 e 2006 realizou outras dez auditorias em Roraima, envolvendo entidades não-governamentais e a coordenação regional da instituição. Os resultados destas auditorias foram encaminhados à Controladoria Geral da União e os detalhes das denúncias não foram divulgados, por já estarem no âmbito da Polícia Federal.






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