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Mulher em coma há 21 anos pode ser criança desaparecida em 1976

Estudos feitos com imagens da mulher batem com informações da criança. Idade também é compatível

Foto: Reprodução/TV

Uma mulher internada em estado de coma há quase 21 anos pode ser a mesma criança desaparecida desde 1976, em Guarapari-ES. Ela está em um leito do Hospital da Polícia Militar de Vitória-ES desde que foi atropelada por um ônibus, em 2000.

Ao ser atropelada, a mulher, que tem o apelido de Clarinha, deu entrada no hospital sem documento de identificação. Durante os últimos 21 anos, ninguém conseguiu identificá-la. Porém, no ano passado, novos exames deram a esperança de reviravolta no caso.

Papiloscopistas entraram em contato com o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que vinha atuando na tentativa de descobrir quem é Clarinha. Os profissionais usaram uma técnica de comparação facial e chegaram a uma criança de 1 ano e 9 meses de idade desaparecida em Guarapari, em 1976. A família da menina era de Minas Gerais e passava férias no ES, quando a criança acabou desaparecendo.

Clarinha aparenta ter 40 anos, idade compatível com a da criança desaparecida. Um exame de reconhecimento facial foi feito por uma empresa paranaense especializada neste tipo de trabalho, a pedido do MPES. O resultado confirmou que as imagens de Clarinha e a da criança desaparecida em 1976 são compatíveis. As informações são do jornal O Globo.

Uma outra etapa do processo de identificação está em andamento. O MPES requisitou o perfil genético de Clarinha a um laboratório. Material genético da paciente também foi enviado para a Polícia Civil de Minas Gerais, que mantém arquivados os dados dos pais da criança desaparecida em Guarapari.






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