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Brasília

Mais experiente, Mari vê Brasil como favorito em Pequim

Arquivo Geral

24/06/2008 0h00

Integrante da seleção brasileira de vôlei eliminada nas semifinais das Olimpíadas de Atenas, em 2004, a ponta da seleção Mari garante que ganhou experiência nestes quatro anos e acredita que, em Pequim, poderá conquistar a medalha de ouro.


“Em Atenas eu tinha 20 anos, hoje tenho 25, e mais experiência e responsabilidade. Quando perdemos a medalha em Atenas fiquei triste durante uma semana. Mas tudo na vida passa. Para mim, o Brasil divide o favoritismo nas Olimpíadas (de Pequim) com Itália, China e Rússia. Quem colocar mais coração em quadra, será campeão”, garantiu Mari.


A ponta, que completa 25 anos em 23 de agosto, data da final olímpica, promete, caso conquiste a medalha de ouro, fazer o que seria sua oitava tatuagem, grafando a palavra “vitória” em chinês.


Mari está em Hanói, no Vietnã, onde se prepara juntamente com a seleção brasileira para o duelo diante do Cazaquistão, pelo Grand Prix de vôlei.



 

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    “Em Atenas eu tinha 20 anos, hoje tenho 25, e mais experiência e responsabilidade. Quando perdemos a medalha em Atenas fiquei triste durante uma semana. Mas tudo na vida passa. Para mim, o Brasil divide o favoritismo nas Olimpíadas (de Pequim) com Itália, China e Rússia. Quem colocar mais coração em quadra, será campeão”, garantiu Mari.

    A ponta, que completa 25 anos em 23 de agosto, data da final olímpica, promete, caso conquiste a medalha de ouro, fazer o que seria sua oitava tatuagem, grafando a palavra “vitória” em chinês.

    Mari está em Hanói, no Vietnã, onde se prepara juntamente com a seleção brasileira para o duelo diante do Cazaquistão, pelo Grand Prix de vôlei.

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