Os porta-vozes disseram que o convite “está de pé”, mas que a data ainda não foi definida. A próxima quarta-feira é um possível dia para a visita do líder deposto.
O convite tem como objetivo reforçar a posição do Brasil, que reconhece Zelaya como presidente constitucional de Honduras.
O presidente deposto foi derrubado em 28 de junho e seu cargo foi assumido por Roberto Micheletti, que até então ocupava a Presidência do Parlamento de Honduras.
O Governo brasileiro condenou o golpe de Estado e exigiu a imediata restituição de Zelaya na Presidência hondurenha. Além disso, suspendeu diversos acordos de cooperação com Honduras. EFE