Aos 33 anos, a armadora Helen Luz é uma das jogadoras mais experientes do técnico Antônio Carlos Barbosa. E se quiser vencer a República Tcheca e garantir presença nas semifinais do Mundial feminino de basquete, esta experiência deve ser um dos diferenciais da equipe, que treinou nesta terça-feira pela manhã para o jogo das quartas-de-final.
Apesar de o confronto contra a França ter sido dado como certo nesta segunda-feira, as brasileiras não se surpreenderam com o avanço das tchecas. Porém, ninguém admite a hipótese de as francesas terem entregado o jogo contra as chinesas – quando perderam por dois pontos – para escapar do duelo contra o Brasil.
“Estamos focadas neste nosso jogo desde a partida (da Repúbica Tcheca) contra a França”, disse Helen, lembrando que as francesas venceram o time do técnico Jan Bobrovsky na primeira rodada por 62 a 58. “Não sabemos o que elas (francesas) queriam. Mas acho que isso é bom. Valoriza o nosso jogo”, completa.
A armadora, que atua pelo Barcelona-ESP, espera um confronto complicado, mas acha que a velocidade pode decidir o confronto a favor das anfitriãs. “Elas têm muita força física, jogam muito duro. Mas confiamos no nosso jogo”, aposta Helen. Segundo ela, a ala/armadora Iziane, que passou pelo basquete tcheco, faz questão de tranqüilizar o time. “A Izi diz que prefere jogar com elas, porque nós somos mais rápidas”, garante.