Neste domingo, a Coréia do Sul oficializou sua entrada no calendário da Fórmula 1 em 2010. O anúncio foi feito pelo próprio chefão da categoria, Bernie Ecclestone, que foi a Seul após o Grande Prêmio da China fechar o negócio com a Korea Auto Valley Operation (Kavo), empresa que envolve políticos locais e o promotores do esporte no país.
O novo circuito ainda não foi construído e nem tem sede definida. As províncias de Jeollanam-do e Cholla do Sul disputam a honraria de contar com o traçado, desenhado pelo alemão Hermann Tilke. O engenheiro é o mesmo responsável pelas pistas de Malásia, Turquia e China. Por enquanto, o projeto sul-coreano terá 5,4 quilômetros e custo estimado de 565 milhões de reais.
Esta será a segunda tentativa do país de sediar a categoria, uma vez que o circuito de Sepoong tinha a possibilidade de fazer o mesmo entre 98 e 2002. Porém, os administradores do autódromo não conseguiram cumprir com os prazos, perderam os direitos de imagem da F-1 no país e tiveram que pagar uma pesada multa à Formula One Management (FOM), empresa de Ecclestone.
O acordo reforça a nova tendência de levar a categoria máxima do automobilismo cada vez mais para o oriente. Desde 99, a F-1 já chegou a palcos inusitados, como Malásia, Bahrein, China e Turquia. Mercados emergentes como Rússia e Índia aguardam uma vaga.