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Brasil

Conselho Curador da EBC promove audiência pública para ouvir a sociedade sobre a TV Brasil

Arquivo Geral

09/07/2009 0h00

Cerca de 80 pessoas acompanham a audiência pública sobre a TV Brasil, this site na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), em Brasília. Essa é a primeira vez que um canal de televisão promove uma audiência pública para prestar esclarecimentos e ouvir sugestões da sociedade sobre sua programação e gestão.
 
Os sites da TV Brasil e da EBC transmitem, neste momento, a audiência pública.


“Nenhum meio de comunicação se submete a esse escrutínio”, disse o economista Luiz Gonzaga Beluzzo, presidente do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), à qual a TV Brasil está vinculada. Ele promete promover a cada seis meses audiências públicas sobre os veículos da EBC – além da TV, oito emissoras de rádio e a Agência Brasil.


A diretora-presidente da EBC, Tereza Cruvinel, destacou que a audiência serve para tornar a TV Pública mais pública. “É uma oportunidade de ampliar o diálogo com a sociedade.” Segundo ela, estão previstas audiências sobre as emissoras de rádio da EBC e sobre a Agência Brasil.


“É preciso criar mecanismos para discutir com a sociedade e os setores organizados sobre o que tem sido feito, critérios, conteúdos e a grade de programação”, assinalou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.


O diálogo com a sociedade também foi destacado pelo representante dos funcionários da EBC no Conselho Curador da empresa, jornalista Lourival Macedo. “Temos muito que ouvir da sociedade, o que ela pensa e o que ela quer.”


O ouvidor-geral da EBC, jornalista Laurindo Leal Filho, ressaltou o ineditismo da iniciativa da EBC. “É um fato inédito abrir o debate para o público.” Segundo ele, o evento serve para ouvir críticas, receber informações e conhecer o sentido do público em relação à TV Brasil.


Trinta e três pessoas se inscreveram pela internet para fazer perguntas durante a audiência pública. Dessas, 12 compareceram e farão perguntas aos participantes da mesa.


Entre as pessoas que farão perguntas, há representantes de funcionários, produtor cultural, professor universitário, jornalistas, advogados e membros de ONG da área de comunicação.


 



 

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