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Brasil

Complexo Petroquímico fará do Rio de Janeiro pólo de importância industrial, diz Lula

Arquivo Geral

31/03/2008 0h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (31), hospital em discurso por ocasião da cerimônia que marcou o início das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), buy que o Rio de Janeiro vai deixar de ser conhecido apenas pela sua beleza natural, para também como um estado importante do ponto de vista industrial.

Falando para cerca de 800 convidados que participava da solenidade em uma Fazenda de Macacu, na zona rural de Itaboraí, no Grande Rio, o presidente citou o Pólo Siderúrgico, a revitalização da indústria naval fluminense (com a construção de plataformas e petroleiros) como exemplos do novo direcionamento das atividades econômicas no estado. “Eu estou convencido de que, depois dessas experiências todas, o Rio vai se transformar não apenas no mais belo estado turístico, mas também num grande estado industrial deste País”, disse.

Na avaliação do presidente, o pacto federativo tem favorecido o Rio de Janeiro, numa união de esforços dos governos federal e estadual, além das prefeituras envolvidas nos empreendimentos que estão em andamento no estado. “Nós estamos fazendo isto porque nós conquistamos o direito de tomar algumas decisões importantes. Essas coisas não acontecem apenas porque a gente tem vontade política (…). Você precisa ter um conjunto de prefeitos que também não queiram criar caso e queiram que uma obra aconteça. Muitas vezes, uma secretaria ambiental da cidade pode entrar com um processo, e uma obra como esta pode ficar um ano, dois três anos, paralisadas e as coisas não acontecem”, ressaltou.

O presidente também destacou o fato de que, com os empreendimentos federais no estado, o Rio deixará de estampar apenas tragédias policiais nas páginas dos jornais. “Eu dizia para o Sérgio [Sérgio Cabral, governador do estado] durante a campanha: se a gente construir uma parceria sadia entre os governos federal e estadual, vamos tirar aquelas manchetes dos jornais em que só acontecem desgraça aqui no Rio de Janeiro. Aquelas manchetes em que só aparecem coisas negativas. Não é possível a quantidade de coisas negativas que aparecem todo santo dia, como se não tivesse acontecendo nada de importante neste País. É uma coisa indescritível”, queixou-se.


 

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