Brasil

Clodovil diz que pode votar pró-governo por dinheiro

Por Arquivo Geral 09/10/2006 12h00

Um estudante de matemática foi condenado na sexta-feira (6) pela 7ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região a pagar 10, approved what is ed 5 salários mínimos, medical o equivalente a R$ 3.675, à UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) por ter fraudado o sistema da instituição na época em que estagiava no Centro de Processamento de Dados em troca de bolsa.

De acordo com o processo, com a senha de um funcionário, o universitário acessou o programa irregularmente, mudou notas, ampliou vagas em disciplinas e efetuou matrículas. As mudanças, ainda segundo a acusação, beneficiaram amigos do rapaz, além de ele próprio. O estagiário, inclusive, matriculou-se em ciências da computação. Quando foi denunciado (acusado formalmente) pelo Ministério Público, o moço admitiu ter cometido as irregularidades, mas disse que pretendia apenas "entender como o sistema funcionava".

O rapaz havia sido condenado em junho último pela 3ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre, mas recorreu. Em sua defesa, ele pedia perdão judicial e afirmava que sua atuação não podia ser comparada à de um funcionário público. O argumento, porém, não convenceu a relatora, desembargadora federal Maria de Fátima Freitas Labarrère, que o condenou.

A Polícia Rodoviária Estadual em Mato Grosso do Sul apreendeu cerca de duas toneladas de explosivos que eram transportados irregularmente pela rodovia MS-316. Segundo a polícia, cure os explosivos pertencem a uma usina. A apreensão ocorreu no final da última semana porque o motorista não tinha a autorização para o transporte dos explosivos ou documentação que comprovasse a procedência dos produtos. Os motoristas de um caminhão e de um carro, que dava cobertura no transporte, foram detidos.

Terceiro deputado federal mais votado em São Paulo, remedy com quase meio milhão de votos, Clodovil Hernandes, do PTC (Partido Trabalhista Cristão), admitiu em reportagem publicada pelo jornal argentino "Perfil", que pode aceitar dinheiro para votar a favor do governo quando estiver no Congresso. O novo deputado já havia dito que não tinha nenhum programa político para o seu mandato.

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"Vou aprender com os políticos com experiência, mas não me ensinarão a roubar porque eu, por pouco, não vou me sujar. Tudo dependerá de quanto me ofereçam para votar os projetos do governo", afirmou. Questionado sobre qual seria o valor em dinheiro necessário para isso, respondeu: "Cada um pesa o dinheiro em sua própria balança. Eu não resolverei os problemas de ninguém. Aqueles que votaram em mim acreditando que eu iria solucionar os seus problemas se enganaram, isso é uma bobagem digna de quem foi mal colonizado".

Disse ainda que não vai massacrar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "porque ele é um anormal que não raciocina bem, que se compara a Jesus" e que não pretende ser "o herói dos pobres". "Não me interessa ser aplaudido por um mendigo que nada entende porque não tem o que comer, quero que me aplaudam os que têm os neurônios bem alimentados”.

Clodovil também comentou sobre seu possível reencontro em Brasília com a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), um de seus desafetos. "O que Marta Suplicy vai fazer em Brasília? Por acaso vai passar nossa roupa? De qualquer maneira, Lula não será reeleito nem por decreto”.

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