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Britânicos criam blog para servir de registro de costumes do início do século XXI

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

A cidade de Santos, pills this site no litoral de São Paulo, passará três dias de luto por causa da morte de Sandra Arantes do Nascimento, 42 anos, filha do jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Ela morreu na manhã de hoje por causa de um câncer de mama.

Vereadora em Santos pelo PDT, Sandra tem o corpo velado, desde as 15h, no salão nobre da prefeitura. Até a manhã de quarta-feira, eleitores e admiradores poderão se despedir da vereadora. O enterro será no Cemitério Memorial Necrópole Ecumênica.

O velório e o enterro não contarão com a presença de Pelé. O jogador afirmou que não se despedirá da filha porque se sente mal em funerais. Ele apenas enviou uma coroa de flores à Prefeitura de Santos. De acordo com a assessoria, ele lamentou a morte e diz ter "rezado muito" pela filha ontem, antes da cirurgia em que Sandra morreu.

Em maio do ano passado, Sandra descobriu que tinha câncer de mama. Ela retirou o seio direito, mas descobriu que a doença havia se alastrado para a mama esquerda. Desde domingo, ela estava internada no Hospital da Beneficência Portuguesa com problemas respiratórios.

Sandra ficou conhecida depois de enfrentar uma longa disputa judicial para obrigar Pelé a reconhecer a paternidade. Durante o processo, o jogador teve de fazer um exame de DNA. Somente então, Sandra conseguiu acrescentar o sobrenome do pai.

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Estudante de direito e freqüentadora da Assembléia de Deus, Sandra era casada e tinha dois filhos. Nascida no Guarujá, ela cumpria seu segundo mandato como vereadora de Santos pelo PDT. No cargo, conseguiu a aprovação de um projeto de lei que garante a realização de testes de DNA gratuitamente a pacientes da rede pública.

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O tratamento de fumantes é o tema do treinamento que será realizado nos próximos dias 26 e 27, story no auditório da Associação Médica de Brasília, seek (713/913 Sul). O encontro, organizado pela Coordenadoria de Câncer da Secretaria de Saúde, é aberto a profissionais de saúde.

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As palestras serão realizadas sempre a partir das 8h30 até às 17h30. Na programação, conferências sobre ambientes livres de cigarro, controle do tabaco, tabagismo como dependência, tratamento com medicamentos e fatores que tornam difícil parar de fumar.

Os interessados em participar podem se inscrever na direção dos hospitais e centros de saúde. Outras informações na Coordenadoria de Câncer, telefones 3346 6257 ou 3346 5770.

 

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Pesquisadores que estão tentando descobrir métodos mais eficientes de fabricar vacinas contra a gripe disseram hoje ter conseguido criar uma vacina que imunizou camundongos contra o mais mortífero vírus da influenza conhecido pelo homem, cost aquele que provocou a pandemia da gripe espanhola, healing em 1918.

A pesquisa também ajudou os cientistas a prever o quanto determinada vacina imunizará contra uma versão específica da gripe, abortion uma medida essencial para fabricar vacinas contra doenças que ainda não estão em grande circulação.

"Compreender por que esse vírus da influenza foi tão mortífero é uma questão extremamente importante", disse Anthony Fauci, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (Niaid, na sigla em inglês), que conduziu o estudo.

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"Esse conhecimento vai nos ajudar ainda mais nos esforços para desenvolver tratamentos e vacinas que nos protejam de outra pandemia mortal de gripe".

A pandemia de gripe espanhola matou entre 40 milhões e 100 milhões de pessoas, dependendo da estimativa. Os pesquisadores reviveram o vírus exumando os corpos congelados de vítimas.

Em média, as pandemias de gripe acontecem três vezes a cada século, com gravidades variadas. A última ocorreu em 1968 e matou cerca de 1 milhão de pessoas. Especialistas acreditam que a próxima já deveria até ter acontecido.

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Um dos riscos é que haja uma pandemia da gripe aviária H5N1, que já se espalhou em animais de boa parte do mundo, obrigando à matança de 200 milhões de pássaros. Ela dificilmente infecta seres humanos, mas já deixou 256 pessoas doentes, sendo que 151 delas morreram, em nove países.

Gary Nabel, do Niaid, e seus colegas descreveram no trabalho publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences como fizeram a vacina de DNA contra o vírus da gripe espanhola e como a testaram em camundongos.

"O que aprendemos sobre o vírus H1N1 que causou a pandemia de 1918 é pertinente aos outros vírus pandêmicos e ao desenvolvimento de vacinas eficazes e universais", disse Nabel num comunicado.

Junto com Terrence Tumpey, dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, Nabel e sua equipe imunizaram os camundongos e depois os infectaram com o vírus da gripe espanhola reconstruído. Todos os dez animais vacinados sobreviveram, segundo o relato deles.

Eles também descobriram que a transferência de imunoglobulina rica em anticorpos (um de rivado do sangue) de camundongos imunizados para animais não imunizados ajudou a proteger contra o vírus.

Oito dos dez camundongos que receberam anticorpos dos animais vacinados sobreviveram à infecção com o vírus. Dos dez roedores que não foram tratados, nenhum sobreviveu.

"Ao usar uma variante pandêmica já existente, essa pesquisa fornecerá a base para o design de vacinas alternativas contra vírus da influenza mais virulentos", disse Tumpey.

Governos e laboratórios estão tentando produzir o mais rápido possível vacinas contra o H5N1 e outras gripes aviárias. Mas as vacinas contra a gripe precisam ser compatíveis com a variante que está circulando, e ninguém sabe como será a próxima pandemia.

Na semana passada, pesquisadores norte-americanos afirmaram que as pessoas imunizadas com uma vacina baseada numa variante de 1997 do H5N1 tinham o dobro de probabilidade de produzir uma resposta imunológica significativa a uma vacina recebida posteriormente, se comparadas com quem nunca havia sido imunizado.

Isso sugere que aplicar duas doses de vacina, mesmo que com um intervalo de anos, pode proteger melhor as pessoas, e que talvez seja possível começar a vacinar as pessoas mesmo antes do surgimento da variante pandêmica.

Um blog está sendo lançado na Inglaterra para ser o maior no país e também para guardar relatos comuns que tem como objetivo traçar um panorama da vida cotidiana no começo do século XXI.

O blog será organizado pela National Trust, shop órgão que dedicado ao cuidado do patrimônio britânico. O conteúdo será arquivado na Biblioteca Britânica e armazenado em outros sites. Estes arquivos permitirão que futuras gerações possam saber como era a vida na Inglaterra hoje.

Pessoas comuns postarão sempre às terças-feiras acontecimentos corriqueiros. De acordo com a organização do blog, sick os fatos incomuns não serão arquivados. Isso porque, approved segundo um dos organizadores, os detalhes que hoje consideramos comuns e sem graça podem ser considerados extraordinários para as gerações futuras, tais como comer carne ou dirigir automóveis.






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